Conheça: “Yammer” Rede Social Privada Corporativa

Vamos postar um dos maravilhosos recursos do Office 365, mas infelizmente o mercado brasileiro ignora, mas que podem ser excelentes ferramentas para o seu dia-a-dia de trabalho.  O Yammer é uma dessas ferramentas.

Em 2012 a Microsoft anunciava a compra da empresa Yammer por US$ 1,2 bilhão. A Yammer era uma empresa que desenvolveu uma ferramenta de rede social similar ao Facebook, porém com um foco no mercado corporativo. A idéia por trás do Yammer é que seja uma rede social focada em produtividade, onde grupos de trabalho possam se integrar e iniciar conversas sobre os projetos que estão envolvidos.

No Yammer, assim como no Facebook, você pode seguir outros colegas de trabalho, criar grupos de discussão, interagir com postagens de outros colegas, seguir hastags e alguns outros recursos. Grandes empresas como DHL, Shell e algumas outras já usam o Yammer.

Acompanhe o passo a passo.

Cadastro

Continuação do Cadastro

Login

Ponto de Rede criado

Primeiro Post

 

Porque é importante considerar a implantação do Yammer ?

No Brasil é normal estarmos desalinhados com as tendências de países de primeiro mundo. Nos EUA e na Europa, já é muito comum a adoção de soluções de software, que permitam que os funcionários possam trabalhar melhor em equipe. Aqui ainda estamos engatinhando.

Segundo o vencedor do Nobel, o economista Paul Krugman, “produtividade não é tudo, mas no longo prazo é quase tudo”.

O trabalhador brasileiro ainda tem uma taxa de produtividade muito baixa. É só vermos que um americano produz o equivalente a 04 brasileiros. É óbvio que isso também é fruto de problemas estruturais do Brasil, sistema educacional e etc. Mas as empresas podem investir em processos e sistemas, para tentar aumentar um pouco a produtividade de suas equipes.

O Office 365 é uma dessas soluções que podem ajudar a aumentar a produtividade de sua equipe. O problema é que no Brasil houve uma grande adoção do Office 365 mas as empresas estão subutilizando o produto, só usando o Exchange Online e Office instalado na máquina. Se a sua empresa está fazendo isso, está jogando dinheiro fora.

O Yammer é uma dessas ferramentas que fazem parte do pacote do Office 365 e não é quase utilizada no Brasil. Com ele você pode ter uma maior integração entre suas equipes, principalmente se você times de trabalho maiores e espalhados em diferentes locais.

Com o Yammer sua empresa entrará na era do Social Business conectando colaboradores, fornecedores e clientes, por meio de redes específicas.

O que você ganha com isso? Rapidez para compreender o mercado, agilidade para aperfeiçoar produtos e serviços, liderança ao atender as necessidades e desejos de seus consumidores, produtividade ao permitir que todos os especialistas de sua empresa ajudem a superar desafios a partir de suas melhores capacidades.

O que pode ser feito com o Yammer ?

Crie grupos de trabalho

Você pode criar grupos de trabalho e convidar somente os funcionários que estão envolvido com esses projetos.

Agilize a comunicação

Ver a sua empresa crescer é muito bom mas é comum começar a ter problemas de comunicação. Como mapear as insatisfações? Como permitir que pessoas em nível hierárquicos mais baixos possam escalar problemas que só podem ser resolvidos por cargos de diretoria?

Você pode criar hastags para que todos da equipe possam acompanhar os problemas.

Conecte-se com pessoas de fora da sua organização

Como se trata de uma rede social corporativa, suas informações são privadas. Mas, você pode conceder acesso a pessoas externas a sua corporação como fornecedores ou parceiros comerciais.

Integração com o Office 365

O Yammer se integra a todas as outras ferramentas presentes no Office 365, amplificando a sua produtividade.

Que tal testar o Yammer de graça

https://www.yammer.com/

Yammer é uma rede social privada que o ajuda a se manter conectado com as pessoas certas, compartilhar informações com a equipe e organizar projetos. Apenas seus colegas podem participar, então, suas comunicações no Yammer permanecem seguras e visíveis apenas para as pessoas de sua empresa.

Entre com o seu nome de usuário e senha do Office 365 ou crie uma conta usando o seu endereço de e-mail corporat.

 

Etiquetado , , , , ,

Lançada nova versão do Windows 10: Creators Update (build 15063)

A Microsoft lançou uma atualização do Windows 10. Denominada Creators Update, sua data de lançamento oficial é 11 de abril de 2017, mas já estava disponível antes disto para quem participa do Windows Insider Program. Fique por dentro do novo Windows:

O Windows 10 Creators Update em si recebeu o código de build 15053.0, mas existe um Update cumulativo que muda a build para 1703. O assistente de atualização do Windows 10 vai atualizar qualquer Windows 10 Home ou Pro para o Creators Update. Quem precisa atualizar mais de uma máquina e não quer fazer isto pela internet, pode baixar a Ferramenta de Criação de Mídia e baixar um instalador em formato ISO ou pendrive. Pode, também, comprar a mídia de instalação já pronta para uso no site da Revista PnP. Novas versões (“builds”) do Windows 10 continuarão a sair, em especial para dar seqüência à série “Redstone”, da qual o novo Build faz parte.

A versão Creators Update adiciona vários recursos ao Windows 10. Os mais visíveis e dignos de nota estão listados a seguir:

  • Modo de jogo (“Game Mode”) – Os jogos rodam em vários sistemas operacionais, mas para a maior parte dos jogadores a plataforma preferida é o Windows. Para estes, o novo Windows 10 tem um modo de funcionamento dedicado especificamente aos jogos. Os recursos são retirados de tarefas que rodam em segundo plano para serem redirecionados para o jogo que estiver rodando. Ainda não ficou claro se isto vai fazer muita diferença e em que jogos, mas é possível afirmar com certeza que isto será mais importante quanto mais fraco for o hardware. Em especial, micros portáteis sempre rodam mais lentamente que seus equivalentes de desktop que tenham o mesmo hardware, e nestes casos qualquer ganho de performance pode ser bem-vindo.
  • Paint 3D – O clássico programa de pintura da Microsoft finalmente ganhou um upgrade de peso e entrou na era moderna. Agora renomeado para Paint 3D, continua sendo um programa leve para editar e cortar imagens, para desenhar e colocar textos simples. A diferença da nova versão é que ela também permite criar imagens em 3 dimensões (3D), pegando imagens simples e transformando-as em formas 3D. Também permite importar e criar formas 3D, além de oferecer várias ferramentas novas. O novo paint certamente é gostoso para brincar, mas provavelmente não será uma ferramenta séria e profissional para se trabalhar em 3D.
  • Captura 3D – Complementa o novo Paint 3D. É um novo recurso que será útil para os smartphones e possíveis novos tablets. Usa a câmera do dispositivo para escanear um objeto físico e transformar as imagens num modelo 3D digital. Basta apontar para o objeto e mover a câmera ao redor do mesmo, de maneira similar a quando se escaneia lentamente uma área para tirar uma foto panorâmica. É claro que o escaneamento é amador, serve apenas para brincadeiras domésticas e está longe dos sistemas de modelagem 3D profissionais.
  • Luz noturna (“Night Light”) – Seguindo o caminho já traçado pela Apple, Google e outros desenvolvedores de software, o Windows 10 agora oferece um controle de luz noturna, que reduz a quantidade da cor azul emitida pela tela seja a pedido do usuário ou automaticamente depois do pôr do sol. Isto é feito porque as ondas de luz azul no final do espectro visível tira o sono das pessoas. Por isso, a idéia é reduzir a emissão de azul e deixar uma paleta de cores mais quente para evitar que as pessoas tenham insônia se ficarem até tarde lidando com seus PCs.
  • Travamento dinâmico (“Dynamic Lock”) – Usa o sinal Bluetooth vindo de um smartphone para adivinhar se uma pessoa está efetivamente sentada na frente do PC. Se não estiver, vai travar a tela. Uma vez tendo feito login, contudo, o PC funciona normalmente enquanto usuário estiver ali e vai travar quando ele sair de seu posto, desde que ele carregue o smartphone consigo.
  • Browser Edge – O navegador padrão do Windows 10 também foi melhorado. Agora é possível, por exemplo, salvar diversas abas para recuperá-las depois. Alguns elementos do Adobe Flash vêm bloqueados, sempre preciso clicar para que eles rodem. O Edge agora tem suporte nativl para o Microsoft Wallet, o sistema de pagamentos da Microsoft para fazer compras on-line.
  • Pastas do menu Iniciar – O menu Iniciar fez uma volta completa. Primeiro ele só tinha pastas numa lista. Depois veio uma página cheia de ícones, depois um menu de ícones menores que apareciam quando se colocava o mouse em cima. Agora, os usuários podem colocar estes ícones dentro de pastas, como era antigamente, antes do aparecimento do Windows 8 e sua interface “Modern’. A aparência é diferente do menu Iniciar antigo, lembrando mais as pastas dentro de um dispositivo Android ou iOS, mas a função é a mesma.
  • Maior privacidade – Com o Creators Update, a Microsoft reduizu a quantidade de dados que coleta em nossos computadores, necessários para oferecer suporte a várias funções e, sua grande parte, segundo a empresa, são usados para detectar e corrigir problemas. Agora os usuários podem habilitar ou não a coleta de vários itens usados para instalar ou atualizar o Windows para uma nova versão.
  • Central de ações – Foi melhorado, com controles deslizantes tanto para o volume do som quanto para o brilho da tela. Permitem ajustar em incrementos menores que os 25% oferecidos nas versões anteriores do Windows 10 através da Central de Ações.

Existem vários outros aperfeiçoamentos, principalmente na integração do Windows com dispositivos de realidade virtual e também com os outros aplicativos da Microsoft, em especial aqueles do pacote Office.

Para os técnicos de informática, o mais importante deste lançamento é que a nova mídia de instalação já vem com todas as atualizações anteriores. Quem já está usando o Windows 10 atualizado não vai sentir grande diferença da versão Creators, mas quem vai fazer uma instalação nova ganha um bom tempo instalando direto a versão Creators ao invés das anteriores, evitando aquelas intermináveis atualizações.

Etiquetado , , , ,

Como resolver erro de perfil temporário no Windows 10

Se toda vez que iniciar o Windows 10, o sistema fazer o login com um perfil temporário, isso pode ser um problema no registro do Windows. Veja como resolver neste tutorial.

Resolver erro de perfil temporário no Windows 10

É preciso primeiro efetuar o logon com uma conta de usuário com a qual não tenha o problema, caso não haja outra conta de usuário, crie uma nova a partir do painel Família e outros usuários, localizada no painel Configurações do Windows 10.

Navegue até o local onde os dados da conta de usuário estão armazenados. O local padrão é em C:\users\*NOMEDOUSUÁRIO*. Caso não saiba o local exato, abra o explorador de arquivos e digite %SystemDrive%\Users\no caminho. Faça um backup de todos os dados, seja para um HD externo ou outra parte do computador, e exclua a pasta.

 

Abra o Editor de registro do Windows, há duas maneiras de fazer isso. A primeira é digitar regedit no Executar  (Windows+R).

 

Já a segunda é digitar regedit na Busca do Windows (Windows+S)

Nele, navegue até a seguinte pasta: HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\ProfileList
Dentro de ProfileList, haverá uma série de pastas com números como “S-1-5-21-83980542-2011529976-4058070669-1010”. Clique nela e localize o valor ProfileImagePath. Ele apontará para a pasta do usuário a qual a chave está relacionada. Por exemplo, a chave na imagem abaixo refere-se ao perfil nome-do-usuario, um dos perfis criados no computador para o tutorial.

Verifique agora a existência de uma pasta com o mesmo valor, mas com um final “.bak”. Exemplo: S-1-5-21-83980542-2011529976-4058070669-1010.bak

Clique com o botão direito do mouse sobre ela e escolha Excluir. Após feito, reinicie o computador e o problema será resolvido. Caso não esteja, é recomendável criar um tópico no fórum.

Etiquetado , , ,

Dicas para licenciar o Microsoft Windows Server 2012 R2

 

O Microsoft Windows Server 2012 é uma das linhas de sistema operacional para servidores mais populares e acessíveis do mercado, que traz recursos fundamentais para diversos usos.

Entre as funcionalidades do Windows Server estão a virtualização de servidores, armazenamento, rede definida por softwares, gerenciamento e automação de servidores, plataforma web e de aplicativos, proteção de acesso, e infraestrutura de desktop.

Na hora de escolher um sistema operacional de servidor é preciso listar uma série de características e necessidades da empresa antes de decidir. Por isso, o Windows Server 2012 R2, a versão mais recente da linha, se destaca, trazendo recursos básicos e, ao mesmo tempo, robustos.

Há algumas dúvidas comuns aos clientes no momento de adquirir licenças do Windows Server. A seguir, vamos procurar esclarecer as mais frequentes.

Edições do Windows Server

Existem 4 edições do Windows Server 2012 R2:

  1. Datacenter – Indicado para ambientes de nuvem privada altamente virtualizados pois inclui direito de virtualização ilimitada. Seu modelo de licenciamento é por processador mais Client Access License (CAL).
  2. Standard – Mais apropriado para ambientes pouco ou não virtualizados. Tem os mesmos recursos da edição Datacenter e também licenças por processador mais CAL, porém de forma limitada: para dois processadores com direito de execução de duas máquinas virtuais.
  3. Essentials – Para pequenas empresas com até 25 usuários, em execução em servidores com até dois processadores. Não inclui direitos de virtualização.
  4. Foundation – Para pequenas empresas com até 15 usuários. Não inclui direitos de virtualização e só é vendida no modelo OEM, ou seja, em conjunto com o hardware vendido pelo fabricante.
Edição Recurso Tipo de licenciamento
Datacenter IlimitadoOSE (ambiente do sistema operacional) virtualTodos os recursos Processador + CAL
Standard Dois OSEs virtuaisTodos os recursos Processador + CAL
Essentials 2 processadoresUm OSERecursos Limitados ServidorLimite de 25 usuários
Foundation 1 processadorRecursos limitados Servidor OEMLimite de 15 usuários

Tipos de Licenças do Windows Server

Para o licenciamento das edições Datacenter e Standard do Windows Server, além da licença por processador, também é necessário adquirir uma licença por usuário, chamada CAL. CAL é uma sigla para Client Access License que significa Licença de Acesso por Cliente. Ou seja, é uma licença para que cada usuário/dispositivo possa acessar o servidor.

Existem dois tipos de CALs:

  • Licença por Usuário (User CAL): Para acessos de usuários em diversos dispositivos como laptops, notebooks e desktops. Esse modelo é vantajoso quando o usuário pode acessar o servidor por mais de um dispositivo, como um desktop, um tablet e um smartphone, por exemplo.Licença por Usuário (User CAL)
  • Licença por Dispositivo (Device CAL): Ideal para casos em que a empresa tenha usuários acessando no mesmo equipamento, como em uma configuração de pessoas usando a mesma máquina em turnos diferentes, por exemplo.

Licença por Dispositivo

Recomendações

Nossos especialistas em licenciamento Microsoft dão essas 3 dicas para licenciar o Windows Server:

  1. Considere as edições Datacenter ou Standard. Atualmente, a maioria das empresas já utiliza máquinas virtuais, e somente estas duas versões trazem o recurso de virtualização. Se sua empresa ainda não tem máquinas virtuais, pode ser que ela precise implementar esse modelo em breve. As edições Foundation e Essentials são indicadas apenas em casos bem específicos.
  2. Economize com o tipo de licença correta. Identifique como os usuários acessarão o servidor e escolha a melhor opção de acesso ao servidor (CAL): por usuário ou dispositivo.
  3. Conte com um parceiro especializado. O licenciamento da Microsoft e de outros fabricantes possuem algumas peculiaridades que podem ser difíceis de conhecer. Um parceiro especializado, como a 4Partner, pode dar o caminho das pedras e fazer com que você economize tempo e dinheiro.

Etiquetado , , , , , , , ,

Ranking da Anatel: Os melhores provedores de banda larga do Brasil

Nesta segunda-feira (3), a Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, divulgou os resultados de uma pesquisa sobre a qualidade da internet de banda larga fixa em todo o Brasil. O levantamento feito, que levou em consideração a opinião de mais de 150 mil pessoas, mostra a avaliação dos usuários em relação aos planos contratados.

Para a pesquisa, a agência levou em consideração alguns critérios, como velocidade da conexão, estabilidade da rede, disponibilidade, preço e atendimento feito pela operadora. Diante dos critérios, o site Melhor Plano classificou as melhores provedoras de internet em cada estado brasileiro. Somente o Amapá não recebeu avaliação, já que a Anatel não avaliou as operadoras do local.

Confira a lista.

Acre – NET
Alagoas – Vivo
Amazonas – NET
Bahia – NET
Ceará – NET
Distrito Federal – NET
Espírito Santo – NET
Goiás – Vivo
Maranhão – NET
Mato Grosso – NET
Mato Grosso do Sul – NET
Minas Gerais – Algar Telecom
Pará – NET
Paraíba – NET
Paraná – Sercomtel
Pernambuco – NET
Piauí – NET
Rio de Janeiro – Tim
Rio Grande do Norte – Cabo Telecom
Rio Grande do Sul – NET
Rondônia – Blue
Roraima – Oi
Santa Catarina – Vivo
São Paulo – Tim
Sergipe – NET
Tocantins – NET
Apesar dos resultados obtidos com os consumidores mostrarem que a NET foi considerada a melhor provedora de banda larga em 19 estados brasileiros, o lugar de melhor operadora ficou para a Cabo Telecom. Sobre velocidade, a Tim mostrou maior desempenho e ocupou a liderança.

Fonte: Melhor Plano

Matéria completa:
https://canaltech.com.br/noticia/banda-larga/ranking-da-anatel-os-melhores-provedores-de-banda-larga-do-brasil-91636/

sugestão :

Melhor Internet Banda Larga do Brasil

segue o link: https://melhorplano.net/melhor-internet-banda-larga

Etiquetado , , , , , ,

VAI SER POSSÍVEL CANCELAR ENVIO DE MENSAGENS NO WHATSAPP, DIZ SITE ESPECIALIZADO

Você terá dois minutos para cancelar a mensagem.

Bebeu e resolveu entrar em contato com o/a ex? Se confundiu e mandou os nudes no grupo da família? Mandou o amiguinho para “aquele lugar” e se arrependeu?

A conta do Twitter @WABetaInfo, já conhecida por descobrir novidades do Whatsapp, divulgou que o app está testando uma solução pra tudo isso com a possibilidade de cancelar o envio de mensagens.

Hoje em dia, enviar uma mensagem no aplicativo é caminho sem volta pois, mesmo que você apague, só é eliminada do seu próprio celular e o destinatário recebe a mensagem normalmente. Até existe uma maneira de cancelar o envio de imagens, mas a técnica pode nem sempre funcionar.

Com a nova ferramenta, que está sendo desenvolvida há alguns meses, quem envia a mensagem tem até dois minutos para cancelá-la, desde que o destinatário não tenha visualizado. Para fazer isso, basta selecionar a mensagem e clicar na opção “revogar” (revoke, em inglês). A outra pessoa saberá que você enviou algo, mas não terá acesso ao conteúdo.

Como já falamos, por enquanto foi apenas descoberto que os caras estão testando essa possibilidade. O problema é que ferramentas em fase de testes nem sempre chegam aos usuários. Vamos torcer, né?

– “Revogar, Responder, Encaminhar”

– “O remetente revogou esta mensagem”

Fonte(s): Olhar Digital, Mashable

Etiquetado ,

Com iPhone vermelho e iPad renovado, Apple dá início a seus lançamentos…

Apple anunciou edição limitada do iPhone 7 vermelho…

 

 

Há um ano,  a Apple lançava em um evento o iPhone SE, versão com tela pequena de seu famoso smartphone. Mas sem estardalhaço neste ano, a marca norte-americana soltou nesta terça-feira (21) uma série de pequenas novidades para seus consumidores. As principais estão na linha iPhone: o 7 ganhou uma versão vermelha em edição especial, enquanto o SE dobrou de armazenamento interno: 128 GB ou 256 GB.

E ainda mais discretamente, o iPhone SE apareceu no site oficial com mais memória interna, em versões com 32 GB por R$ 2.499, e 128 GB por R$ 2.899 –antes traziam 16 GB e 64 GB.

– Veja mais em https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/tecnologia/2017/03/21/iphone-vermelho-e-ipad-renovado-sao-primeiras-novidades-da-apple-neste-ano.

Novos modelos de iPad foram anunciados sem alarde pela Apple

iPad com tela mais brilhante

Já fazia quase dois anos que a Apple não atualizava a linha iPad. Pois essa atualização chegou, mas ainda tímida. O iPad Air ganhou uma tela Retina “mais brilhante”, o que a tornaria de mais fácil leitura –mas a empresa não detalha o quão brilhante é em relação à versão anterior. E o processador também mudou: sai o A8X, entra o A9, o mesmo dos iPhones 6S.

O iPad Mini 4 sofreu a mesma alteração do iPhone SE: apenas limou quase todas as versões de armazenamento interno, restando só a com 128 GB. O modelo Wi-Fi custa R$ 2.999; o modelo Wi-Fi + 4G sai por R$ 3.699.

Clip, app da Apple que permite criar vídeos animados com filtros

App misterioso

Outra novidade do dia foi o Clips, um aplicativo novo que segundo a descrição, faz vídeos e fotos com filtros estilosos e textos divertidos para serem compartilhados nas redes sociais. Será mais um clone do Snapchat a caminho, mas desta vez pelas mãos da Apple?

Como o app ainda não está disponível –só chega em abril– só ficamos com as imagens de divulgação, que têm uma pegada colorida e jovem.

Etiquetado , ,

APARELHO PROMETE FAZER CLAREAMENTO DENTAL EM 5 DIAS COM O SMARTPHONE A mágica se dá por conta de um LED especial e um gel clareador.

A mágica se dá por conta de um LED especial e um gel clareador.

Se você já quis clarear os dentes sabe que o tratamento, além de caro, leva algumas idas ao dentista. E se fosse possível ter um sorriso mais branco com um aparelhinho que dá para levar na bolsa?

O Dr. Smile é um kit de branqueamento que se conecta ao teu smartphone para clarear o sorriso em até 5 dias, por um precinho bem mais em conta.

 

O kit é composto de um molde de boca, que conta com um feixe de luzes de LED, um gel clareador e um conector para o celular. Basta passar o gel nos dentes, colocar o molde na boca, conectar o Dr. Smile no celular e apertar o botão.

Ao todo são 10 luzes azuis que, segundo os criadores, reagem com o gel removendo o amarelado e possíveis manchas. O processo todo dura nove minutos e o aparelho desliga automaticamente. Ainda segundo os desenvolvedores, após 5 dias – utilizando o aparelho de duas a três vezes por dia – é possível ver o resultado.

O Dr. Smile é compatível com smartphones Android e iOS, custa U$169,99, cerca de R$534, e pode ser entregue no Brasil. Apesar de, segundo a fabricante, o aparelho não aumentar a sensibilidade dos dentes, antes de iniciar qualquer tratamento, consulte seu dentista.

Bom Clareamento!

Etiquetado

Para estimular a Leitura

sos-solteiro

Segundo o IBOPE, 30% dos brasileiros nunca compraram um livro. A Lybloo surgiu com o objetivo de aumentar o índice de leitura do país.

Utilizando o app é possível fazer uma lista dos livros que você quer ler e encontrá-los por perto nas bibliotecas rotativas. A ideia é que você possa colocar um livro que já tenha lido na biblioteca e pegar outro usado pagando apenas um real.

Lybloo estará disponível em breve para Android, iOS e Windows.

Tenha uma ótima leitura.

Etiquetado , ,

Categorias de Cabos RJ45

Existem cabos de cat 1 até cat 7. Como os cabos cat 5 são suficientes tanto para redes de 100 quanto de 1000 megabits, eles são os mais comuns e mais baratos, mas os cabos cat 6 e cat 6a estão se popularizando e devem substituí-los ao longo dos próximos anos. Os cabos são vendidos originalmente em caixas de 300 metros, ou 1000 pés (que equivale a 304.8 metros):

cat_cabo_01

No caso dos cabos cat 5e, cada caixa custa em torno de 200 reais aqui no Brasil, o que dá cerca 66 centavos o metro. Os cabos de categoria 6 e 6a ainda são mais caros, mas devem cair a um patamar de preço similar ao longo dos próximos anos.

Os cabos de par trançados são compostos por 4 pares de fios de cobre que, como o nome sugere, são trançados entre si. Este sistema cria uma barreira eletromagnética, protegendo as transmissões de interferências externas, sem a necessidade de usar uma camada de blindagem. Este sistema sutil de proteção contrasta com a “força bruta” usada nos cabos coaxiais, onde o condutor central é protegido de interferências externas por uma malha metálica.

Para evitar que os sinais de um cabo interfiram com os dos vizinhos, cada par de cabos utiliza um padrão de entrançamento diferente, com um número diferente de tranças por metro, como você pode ver na foto a seguir:

cat_cabo_02

O uso de tranças nos cabos é uma idéia antiga, que remonta ao final do século 19, quando a técnica passou a ser utilizada no sistema telefônico, de forma a aumentar a distância que o sinal era capaz de percorrer.

Originalmente, as tranças dos cabos não seguiam um padrão definido, mas, com o passar do tempo, o número de tranças por metro, juntamente com outros detalhes técnicos foram padronizados. Isso permitiu que os cabos de par trançado, originalmente desenvolvidos para transportar sinais de voz, dessem um grande salto de qualidade, passando a atender redes de 10, 100, 1000 e recentemente de 10000 megabits, uma evolução realmente notável.

Para potencializar o efeito da blindagem eletromagnética, as placas de rede utilizam o sistema “balanced pair” de transmissão, onde, dentro de cada par, os dois fios enviam o mesmo sinal (e não transmissões separadas, como geralmente se pensa), porém com a polaridade invertida. Para um bit “1”, o primeiro fio envia um sinal elétrico positivo, enquanto o outro envia um sinal elétrico negativo:

cat_cabo_3

Ou seja, o segundo fio é usado para enviar uma cópia invertida da transmissão enviada através do primeiro, o que tira proveito das tranças do cabo para criar o campo eletromagnético que protege os sinais contra interferências externas, mesmo nos cabos sem blindagem. Devido a esta técnica de transmissão, os cabos de par trançado são também chamados de “balanced twisted pair”, ou “cabo de par trançado balanceado”.

À primeira vista, pode parecer um desperdício abrir mão de metade dos fios do cabo, mas sem isso o comprimento máximo dos cabos seria muito menor e as redes seriam muito mais vulneráveis a interferências.

Voltando ao tema inicial, em todas as categorias, a distância máxima permitida é de 100 metros (com exceção das redes 10G com cabos categoria 6, onde a distância máxima cai para apenas 55 metros). O que muda é a frequência e, consequentemente, a taxa máxima de transferência de dados suportada pelo cabo, além do nível de imunidade a interferências externas. Vamos então a uma descrição das categorias de cabos de par trançado existentes:

Categorias 1 e 2: Estas duas categorias de cabos não são mais reconhecidas pela TIA (Telecommunications Industry Association), que é a responsável pela definição dos padrões de cabos. Elas foram usadas no passado em instalações telefônicas e os cabos de categoria 2 chegaram a ser usados em redes Arcnet de 2.5 megabits e redes Token Ring de 4 megabits, mas não são adequados para uso em redes Ethernet.

Categoria 3: Este foi o primeiro padrão de cabos de par trançado desenvolvido especialmente para uso em redes. O padrão é certificado para sinalização de até 16 MHz, o que permitiu seu uso no padrão 10BASE-T, que é o padrão de redes Ethernet de 10 megabits para cabos de par trançado. Existiu ainda um padrão de 100 megabits para cabos de categoria 3, o 100BASE-T4 (que vimos a pouco), mas ele é pouco usado e não é suportado por todas as placas de rede.

A principal diferença do cabo de categoria 3 para os obsoletos cabos de categoria 1 e 2 é o entrelaçamento dos pares de cabos. Enquanto nos cabos 1 e 2 não existe um padrão definido, os cabos de categoria 3 (assim como os de categoria 4 e 5) possuem pelo menos 24 tranças por metro e, por isso, são muito mais resistentes a ruídos externos. Cada par de cabos tem um número diferente de tranças por metro, o que atenua as interferências entre os pares de cabos.

Categoria 4: Esta categoria de cabos tem uma qualidade um pouco superior e é certificada para sinalização de até 20 MHz. Eles foram usados em redes Token Ring de 16 megabits e também podiam ser utilizados em redes Ethernet em substituição aos cabos de categoria 3, mas na prática isso é incomum. Assim como as categorias 1 e 2, a categoria 4 não é mais reconhecida pela TIA e os cabos não são mais fabricados, ao contrário dos cabos de categoria 3, que continuam sendo usados em instalações telefônicas.

Categoria 5: Os cabos de categoria 5 são o requisito mínimo para redes 100BASE-TX e 1000BASE-T, que são, respectivamente, os padrões de rede de 100 e 1000 megabits usados atualmente. Os cabos cat 5 seguem padrões de fabricação muito mais estritos e suportam frequências de até 100 MHz, o que representa um grande salto em relação aos cabos cat 3.

Apesar disso, é muito raro encontrar cabos cat 5 à venda atualmente, pois eles foram substituídos pelos cabos categoria 5e (o “e” vem de “enhanced”), uma versão aperfeiçoada do padrão, com normas mais estritas, desenvolvidas de forma a reduzir a interferência entre os cabos e a perda de sinal, o que ajuda em cabos mais longos, perto dos 100 metros permitidos.

Os cabos cat 5e devem suportar os mesmos 100 MHz dos cabos cat 5, mas este valor é uma especificação mínima e não um número exato. Nada impede que fabricantes produzam cabos acima do padrão, certificando-os para frequências mais elevadas. Com isso, não é difícil encontrar no mercado cabos cat 5e certificados para 110 MHz, 125 MHz ou mesmo 155 MHz, embora na prática isso não faça muita diferença, já que os 100 MHz são suficientes para as redes 100BASE-TX e 1000BASE-T.

É fácil descobrir qual é a categoria dos cabos, pois a informação vem decalcada no próprio cabo, como na foto:

cat_cabo_04Cabo cat 5E, certificado para o padrão EIA-568-B

Os cabos 5e são os mais comuns atualmente, mas eles estão em processo de substituição pelos cabos categoria 6 e categoria 6a, que podem ser usados em redes de 10 gigabits.

Categoria 6: Esta categoria de cabos foi originalmente desenvolvida para ser usada no padrão Gigabit Ethernet, mas com o desenvolvimento do padrão para cabos categoria 5 sua adoção acabou sendo retardada, já que, embora os cabos categoria 6 ofereçam uma qualidade superior, o alcance continua sendo de apenas 100 metros, de forma que, embora a melhor qualidade dos cabos cat 6 seja sempre desejável, acaba não existindo muito ganho na prática.

Os cabos categoria 6 utilizam especificações ainda mais estritas que os de categoria 5e e suportam frequências de até 250 MHz. Além de serem usados em substituição dos cabos cat 5 e 5e, eles podem ser usados em redes 10G, mas nesse caso o alcance é de apenas 55 metros.

cat_cabo_05

Para permitir o uso de cabos de até 100 metros em redes 10G foi criada uma nova categoria de cabos, a categoria 6a (“a” de “augmented”, ou ampliado). Eles suportam frequências de até 500 MHz e utilizam um conjunto de medidas para reduzir a perda de sinal e tornar o cabo mais resistente a interferências.

Você vai encontrar muitas referências na web mencionando que os cabos cat 6a suportam frequências de até 625 MHz, que foi o valor definido em uma especificação preliminar do 10GBASE-T. Mas, avanços no sistema de modulação permitiram reduzir a frequência na versão final, chegando aos 500 MHz.

Uma das medidas para reduzir o crosstalk (interferências entre os pares de cabos) no cat 6a foi distanciá-los usando um separador. Isso aumentou a espessura dos cabos de 5.6 mm para 7.9 mm e tornou-os um pouco menos flexíveis. A diferença pode parecer pequena, mas ao juntar vários cabos ela se torna considerável:

cat_cabo_06cat_cabo_07

Cabo cat 6a, com o espaçador interno e comparação entre a espessura do
mesmo volume de cabos cat 5e e cat 6a

É importante notar que existe também diferenças de qualidade entre os conectores RJ-45 destinados a cabos categoria 5 e os cabos cat 6 e cat 6a, de forma que é importante checar as especificações na hora da compra.

Aqui temos um conector RJ-45 cat 5 ao lado de um cat 6. Vendo os dois lado a lado é possível notar pequenas diferenças, a principal delas é que no conector cat 5 os 8 fios do cabo ficam lado a lado, formando uma linha reta, enquanto no conector cat 6 eles são dispostos em zig-zag, uma medida para reduzir o cross-talk e a perda de sinal no conector:

cat_cabo_08 cat_cabo_09

Embora o formato e a aparência seja a mesma, os conectores RJ-45 destinados a cabos cat 6 e cat 6a utilizam novos materiais, suportam frequências mais altas e introduzem muito menos ruído no sinal. Utilizando conectores RJ-45 cat 5, seu cabeamento é considerado cat 5, mesmo que sejam utilizados cabos cat 6 ou 6a.

O mesmo se aplica a outros componentes do cabeamento, como patch-panels, tomadas, keystone jacks (os conectores fêmea usados em tomadas de parede) e assim por diante. Componentes cat 6 em diante costumam trazer a categoria decalcada (uma forma de os fabricantes diferenciarem seus produtos, já que componentes cat 6 e 6a são mais caros), como nestes keystone jacks onde você nota o “CAT 6” escrito em baixo relevo:

cat_cabo_10                                                                             Keystone jacks categoria 6

Existem também os cabos categoria 7, que podem vir a ser usados no padrão de 100 gigabits, que está em estágio inicial de desenvolvimento.

Outro padrão que pode vir (ou não) a ser usado no futuro são os conectores TERA, padrãodesenvolvido pela Siemon. Embora muito mais caro e complexo que os conectores RJ45 atuais, o TERA oferece a vantagem de ser inteiramente blindado e utilizar um sistema especial de encaixe, que reduz a possibilidade de mal contato:

cat_cabo_11

Conectores TERA

TERA foi cogitado para ser usado no padrão 10GBASE-T, mas a ideia foi abandonada. Agora ele figura como um possível candidato para as redes de 100 gigabits, embora até o momento nada esteja confirmado.

Cabos de padrões superiores podem ser usados em substituição de cabos dos padrões antigos, além de trazerem a possibilidade de serem aproveitados nos padrões de rede seguintes. Entretanto, investir em cabos de um padrão superior ao que você precisa nem sempre é uma boa ideia, já que cabos de padrões recém introduzidos são mais caros e difíceis de encontrar. Além disso, não existe garantia de que os cabos usados serão mesmo suportados dentro do próximo padrão de redes até que ele esteja efetivamente concluído.

Por exemplo, quem investiu em cabos de categoria 6, pensando em aproveitá-los em redes de 10 gigabits acabou se frustrando, pois no padrão 10G a distância máxima usando cabos cat 6 caiu para apenas 55 metros e foi introduzido um novo padrão, o 6a. O mesmo pode acontecer com os cabos categoria 7; não existe nenhuma garantia de que eles sejam mesmo suportados no padrão de 100 gigabits. Pode muito bem ser introduzido um novo padrão de cabos, ou mesmo que os cabos de cobre sejam abandonados em favor dos de fibra óptica.

Continuando, temos também a questão da blindagem, que não tem relação direta com a categoria do cabo. Os cabos sem blindagem são mais baratos, mais flexíveis e mais fáceis de crimpar e por isso são de longe os mais populares, mas os cabos blindados podem prestar bons serviços em ambientes com forte interferência eletromagnética, como grandes motores elétricos ou grandes antenas de transmissão muito próximas.

Outras fontes menores de interferências são as lâmpadas fluorescentes (principalmente lâmpadas cansadas, que ficam piscando), cabos elétricos, quando colocados lado a lado com os cabos de rede, e até mesmo telefones celulares muito próximos dos cabos. Este tipo de interferência não chega a interromper o funcionamento da rede, mas pode causar perda de pacotes.

No final de cada frame Ethernet são incluídos 32 bits de CRC, que permitem verificar a sua integridade. Ao receber cada frame, a estação verifica se a soma dos bits bate com o valor do CRC. Sempre que a soma der errado, ela solicita a retransmissão do pacote, o que é repetido indefinidamente, até que ela receba uma cópia intacta. Sobre este sistema de verificação feito pelas placas de rede (nível 2 do modelo OSI) ainda temos a verificação feita pelo protocolo TCP (nível 4), que age de forma similar, verificando a integridade dos pacotes e solicitando retransmissão dos pacotes danificados. Esta dupla verificação garante uma confiabilidade muito boa.

Mesmo em uma rede bem cabeada, frames retransmitidos são uma ocorrência normal, já que nenhum cabeamento é perfeito, mas um grande volume deles são um indício de que algo está errado. Quanto mais intensa for a interferência, maior será o volume de frames corrompidos e de retransmissões e pior será o desempenho da rede, tornando mais vantajoso o uso de cabos blindados.

Os cabos sem blindagem são chamados de UTP (Unshielded Twisted Pair, que significa, literalmente, “cabo de par trançado sem blindagem”). Os cabos blindados, por sua vez, se dividem em três categorias: FTP, STP e SSTP.

Os cabos FTP (Foiled Twisted Pair) são os que utilizam a blindagem mais simples. Neles, uma fina folha de aço ou de liga de alumínio envolve todos os pares do cabo, protegendo-os contra interferências externas, mas sem fazer nada com relação ao crosstalk, ou seja, a interferência entre os pares de cabos:

cat_cabo_12Cabo FTP

Os cabos STP (Shielded Twisted Pair) vão um pouco além, usando uma blindagem individual para cada par de cabos. Isso reduz o crosstalk e melhora a tolerância do cabo com relação à distância, o que pode ser usado em situações onde for necessário crimpar cabos fora do padrão, com mais de 100 metros:

cat_cabo_13Cabo STP

Finalmente, temos os cabos SSTP (Screened Shielded Twisted Pair), também chamados de SFTP (Screened Foiled Twisted Pair), que combinam a blindagem individual para cada par de cabos com uma segunda blindagem externa, envolvendo todos os pares, o que torna os cabos especialmente resistentes a interferências externas. Eles são mais adequados a ambientes com fortes fontes de interferências:

cat_cabo_14Cabo SSTP

Para melhores resultados, os cabos blindados devem ser combinados com conectores RJ-45 blindados. Eles incluem uma proteção metálica que protege a parte destrançada do cabo que vai dentro do conector, evitando que ela se torne o elo mais fraco da cadeia:

cat_cabo_15cat_cabo_16Conectores RJ-45 blindados

Quanto maior for o nível de interferência, mais vantajosa será a instalação de cabos blindados. Entretanto, em ambientes normais os cabos sem blindagem funcionam perfeitamente bem; justamente por isso os cabos blindados são pouco usados.

Concluindo, existem também cabos de rede com fios sólidos e também cabos stranded (de várias fibras, também chamados de patch), onde os 8 fios internos são compostos por fios mais finos. Os cabos sólidos são os mais comuns e são os recomendados para uso geral, pois oferecem uma menor atenuação do sinal (cerca de 20% menos, considerando dois cabos de qualidade similar):

cat_cabo_17Visão interna de um cabo sólido e de um cabo stranded

A única vantagem dos cabos stranded é que o uso de múltiplos fios torna os cabos mais flexíveis, o que faz com que sejam muitas vezes preferidos para cabos de interconexão curtos (patch cords), usados para ligar os PCs à tomadas de parede ou ligar o switch ao patch panel (veja detalhes a seguir).

Dentro do padrão, os cabos de rede crimpados com cabos stranded não devem ter mais de 10 metros. Você pode usar um cabo sólido de até 90 metros até a tomada e um cabo stranded de mais 10 metros até o micro, mas não pode fazer um único cabo stranded de 100 metros.

Embora seja um detalhe pouco conhecido, existiram conectores RJ-45 próprios para cabos stranded, onde as facas-contato internas tinham a ponta arredondada. Estes conectores não funcionavam muito bem com cabos sólidos (o formato da faca-contato tornava o contato deficiente). Tínhamos então conectores específicos para cabos sólidos, que utilizavam facas-contato com três lâminas.

Estes dois tipos foram logo substituídos pelos conectores atuais, onde as facas-contato são pontudas, de forma a funcionarem bem com os dois tipos de cabos. Os conectores RJ45 com este tipo de contato (que são praticamente os únicos usados atualmente) são também chamados de conectores universais:

cat_cabo_18Detalhe da faca-contato de um conector RJ-45

MARCIO BIGI RAMOS

MGS SOLUÇÕES INFORMÁTICA

Tutorial original no site:
http://www.hardware.com.br/livros/redes/categorias-cabos.html

Conteúdo baseado no livro:
http://www.hardware.com.br/livros/redes/

Etiquetado , , , , , , , ,
%d blogueiros gostam disto: