Os celulares em que o WhatsApp deixará de funcionar em 2019

© Getty Images O WhatsApp atualizou sua lista de celulares incompatíveis com o aplicativo

O WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado no mundo, é atualizado constantemente. E acaba de publicar sua habitual “lista negra” de celulares em que o serviço não estará disponível a partir de 1º de janeiro.

A empresa, que tem mais de 1,5 bilhão de usuários, já indicou no passado que prefere se concentrar nas “plataformas de telefonia móvel usadas pela grande maioria das pessoas”.

É por isso que a companhia disse que quem utiliza o sistema operacional Nokia S40 só terá acesso ao aplicativo até 31 de dezembro de 2018, de acordo com o blog da empresa.

  • WhatsApp: Como criar, buscar e enviar GIFs animados pelo aplicativo
  • Como acusação falsa no WhatsApp abalou a vida de uma técnica de enfermagem gaúcha

O S40 é um software que foi desenvolvido pela empresa finlandesa Nokia em 1999 e que, segundo a companhia, passou a ser usado “em centenas de milhões” de celulares.

Entre eles, estão o Nokia 206 e 208, Nokia 301, Nokia 515 e grande parte da série Nokia Asha C3, X2 e X3. Esses dispositivos ainda são vendidos como alternativa aos smartphones mais famosos em diversas lojas e sites..© Getty Images Celulares como o Nokia Asha 501 ficaram ‘velhos’ para o WhatsApp

O caso do iPhone 4

O WhatsApp também adiantou algumas mudanças que vão afetar quem tem um celular emblemático da Apple: o iPhone 4. E, embora ainda seja compatível com esse dispositivo, em breve vai deixar de ser.

O aplicativo não permite mais a criação de novas contas a usuários que tenham esse modelo de iPhone ou qualquer outro que funcione com o iOS 7 ou outra versão anterior do software da Apple.

E a partir de 2020, o WhatsApp deixará de funcionar completamente nesses telefones.

© Getty Images Se você tem um iPhone 4, já não pode se inscrever no WhatsApp ou verificar sua conta

“O WhatsApp para iPhone requer [um sistema operacional] iOS 8 ou posterior. No iOS 7.1.2, não é mais possível criar novas contas ou verificar contas existentes. Se o WhatsApp já estiver ativo no seu dispositivo, você poderá usá-lo até 1º de fevereiro de 2020. O iOS 6 ou anteriores não são mais compatíveis”, diz o site da empresa.

“Para uma melhor experiência, recomendamos a utilização da versão mais recente do iOS disponível no seu telefone. Visite a página de ajuda da Apple para saber como atualizar o software do seu iPhone.”

Android 2.3.7

O caso dos celulares que utilizam o sistema operacional Android 2.3.7 (e versões anteriores) é muito semelhante ao do iOS 7.1.2: só podem usar o WhatsApp até 1º de fevereiro de 2020.

Segundo dados do Google, existem cerca de 6 bilhões de celulares no mundo que rodam com Android 2.3.7 ou uma versão anterior do sistema operacional.

© Getty Images Recomenda-se atualizar o celular e baixar a versão mais recente do sistema operacional disponível

Também conhecido como Gingerbread, o Android 2.3.7 foi lançado em dezembro de 2010 junto com o Nexus S, um smartphone fabricado pela Samsung. Seu sucessor, o Android 3.0 Honeycomb (ou “favo de mel”) foi lançado em fevereiro de 2011.

Se você quiser continuar usando o WhatsApp, será necessário atualizar seu sistema operacional.

Em que dispositivos o Whatsapp está disponível?

  • Android com sistema operacional 4.0 ou superior
  • iPhone com iOS 8 ou mais avançado
  • Windows Phone com sistema operacional 8.1 ou posterior
  • JioPhone
  • JioPhone 2

Fonte: WhatsApp/perguntas frequentes.

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Saiba 5 problemas que causam interferência em CFTV

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O CFTV (circuito fechado de televisão) é um sistema de TV cujos sinais são distribuídos apenas em rede particular, usados mais para segurança de ambientes complexos como condomínios, fábricas e comércio. A posição correta das câmeras permite uma visualização ampla de atitudes suspeitas e um monitoramento mais detalhado.

A câmera é o ponto de partida para a transmissão das imagens e por isso deve ser muito bem instalada, para evitar problemas de interferência ou pouca visibilidade. Como a comunicação entre câmeras, monitores e gravadores é feita por um cabo coaxial ou rede sem fio, até a uma central de dados, todo esse caminho deve ser verificado com atenção, nos mínimos detalhes.

Pequenas distrações ou erros simples podem interferir nas imagens e danificar as gravações. Para ajudar a prevenir contra danos, listamos cinco problemas mais recorrentes em CFTV.

Conheça 5 tipos de interferência em CFTV

1 – Fios danificados

Durante a instalação, é importante verificar a qualidade de todos os fios que fazem as ligações elétricas. Quando algum estiver danificado, muito dobrado, com emendas e até parcialmente cortado, pode agir diretamente na má qualidade do vídeo.

Inclusive, a maior parte dos chuviscos nas imagens é provocada por fios danificados.

Quando o cabo não é blindado, ao passar por uma rede elétrica ele também provocará interferência na transmissão do vídeo, causando ruídos e imagens distorcidas.

2 – Fonte de alimentação

A recomendação é que as câmeras tenham uma fonte única. Quando há outros equipamentos a utilizando, pode ocorrer constantes queda de energias e interferências do tipo “fantasmas” de imagens.

A distância entre a instalação e a fonte, não pode ser grande. Nesse caso, mesmo quando ela é exclusiva pode causar interferências no trajeto. Caso essa distância seja maior que

150 metros, a indicação é instalar um cabo de rede UTP e balum, cuja combinação dá maior qualidade de imagem.

3 – Superaquecimento

Se a câmera estiver numa corrente nominal com sinal acima de seu normal, acabará superaquecendo. Dessa forma, não só pode atrapalhar a transmissão como até danificar o equipamento.

4 – Qualidade do vídeo de monitoramento

O vídeo de monitoramento deve ser instalado em local com fonte de energia e ficar sobre um rack específico, com um material que bloqueia qualquer tipo de interferência e ruídos que chegam às imagens.

5 – Manchas

Imagens que aparecem manchadas representam um típico problema de CMOS ou de componente RGB danificado. É necessária sua troca imediata para não prejudicar o monitoramento.

Já quando há falhas no infravermelho da câmera, o LED pode estar falhando ou com defeito. A câmera deve passar por testes de consumo e buscar onde está o problema.

Como resolver problemas com CFTV

Além das soluções que apresentamos, se você busca resolver esses e outros problemas que causam interferência em CFTV, uma boa sugestão é buscar equipamentos de qualidade. Esse cuidado garantirá muito mais segurança e conforto para o usuário.

Escrito por Lazaro Vergani

Windows 10 – Como arrancar o sistema a partir de USB drive/CD-ROM?

Se deseja arrancar o sistema a partir de USB drive/CD-ROM, deverá aceder à BIOS para definir a configuração correta.

Windows 10 – Como aceder à configuração de BIOS?

1. Na configuração de BIOS, selecione [BOOT].

2. Ative [Launch CSM] (CSM = Compatibility Support Module)

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3. Entre em [Security] -> desative [Secure Boot Control]

4.  Pressione F10 para guardar a configuração.

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5. Poderá arrancar o sistema a partir de USB drive/CD-ROM através de um dos seguintes métodos:

(1) Entre em BIOS -> Selecione [Save & Exit] -> Selecione USB drive/CD-ROM de [Boot Override]

(2) Mantenha pressionada a tecla [ESC] depois pressione o botão de Power para ligar o sistema. Poderá selecionar a unidade de arranque a partir da lista apresentada.

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Atualização do DANFE View dispara verificação pelo usuário, de XML ainda não manifestados.

A mais recente atualização do DANFE View para a versão 2.4.8 permite agora que o usuário verifique na SEFAZ se existem documentos pendentes de manifestação.

Essa funcionalidade foi criada para que os usuários decidam o melhor momento de fazer a busca, e não aguardar uma consulta aleatória ao órgão, como era nas versões anteriores. Dessa forma quem manuseia o aplicativo escolhe em quais momentos fará a busca, decidindo pela manifestação ou ciência dos XML lá encontrados.

Vide a tela do aplicativo:

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A manifestação do destinatário é um procedimento pelo qual o contribuinte comprador em uma transação atesta perante a SEFAZ que reconhece a operação. Após esse procedimento a SEFAZ libera o arquivo XML para download, não podendo o mesmo ser cancelado pelo emitente a partir de então.

Quer atualizar sua versão do DANFE View e passar a contar com essa funcionaldade? Clique aqui.

Sua empresa ainda não utiliza uma ferramenta para gerenciamento de XML de documentos fiscais eletrônicos?

Baixe agora mesmo o DANFE View e veja todas as vantagens que ele pode trazer ao seu negócio. Saiba mais em www.danfeview.com.br

Continue lendo “Atualização do DANFE View dispara verificação pelo usuário, de XML ainda não manifestados.”

Por que criptografar o backup?

A criptografia hoje está em todo lugar: no armazenamento de arquivos, na rede WiFi, na internet e na nuvem. O objetivo é proteger informações daqueles que, de outra forma, poderiam utilizá-las para causar danos. As informações são a força vital de uma empresa e os backups a maneira de assegurar que elas não sejam corrompidas, perdidas, roubadas ou incorretamente editadas.

Qual é a razão para criptografar dados em um backup?

Em vez de perguntar por que criptografar os backups, talvez seja melhor tentar justificar o contrário: “Por que não criptografar os backups?” É mais difícil encontrar um motivo justificável para não pensar em criptografia.

Como criptografar backups?

Existem duas tecnologias básicas de criptografia de backup que ajudam a proteger os backups: criptografia de dados local e criptografia do lado do servidor.

criptografia de dados local utiliza chaves controladas pelo cliente para criptografar os dados antes que esses saiam do servidor ou da rede, ficam configuradas dentro do aplicativo de backup.

A nossa solução protege os dados com criptografia AES (Advanced Encryption Standard) de 256 bits, padrão utilizado em todo o mundo e que em 2003, foi reconhecido pelo governo dos EUA como seguro o suficiente para proteger dados importantes. É um algoritmo simétrico, o que significa que a mesma chave funciona para criptografar e descriptografar as informações.

O que é uma chave de criptografia?

É como uma senha com combinações de letras, números e símbolos. Poderia ser tão simples (e insegura) quanto utilizar “Senha12345”, algo complexo e impossível de se lembrar como “2k&qER^U^rGp[?n[?i9h$SFZtet_”^” ou uma frase secreta memorável como “A minha primeira escola estava situada na Rua Treze de Julho.”. Veja nosso artigo Reforce a segurança das suas senhas, explicando sobre a complexidade e comprimento da senha, lembrando que o importante é que quanto mais difícil a chave, mais difícil será quebrar a criptografia via ataque de força bruta.

Lembrando que com backups criptografados, apenas quem tiver acesso aos arquivos de backup mais às chaves criptográficas poderão descriptografar os dados.

O que acontece se a chave de criptografia for perdida?

Nesse caso não será possível descriptografar os backups. Por isso essa chave precisa ser guardada em um local seguro (acessado através de uma senha segura ou um documento criptografado com acesso limitado).

Como a criptografia do lado do servidor funciona?

A criptografia do lado do servidor (Server-Side Encryption) protege os dados em repouso (não em transporte ou transferência) no nível de armazenamento. É um recurso que é oferecido por muitos provedores de armazenamento na nuvem, alguns como Google Cloud Platform habilitam por padrão, já em outros como Amazon e Microsoft necessita ser ativado, todos utilizam padrão AES com chaves de 256 bits e são gratuitos.

Esse tipo de criptografia atua nos dados automaticamente quando eles chegam para serem armazenandos no disco, depois automaticamente descriptografa os dados quando esses saem, tudo isso através de chaves de criptografia gerenciadas pela conta do serviço da nuvem.

Os dados no disco são criptografados, como uma camada transparente de dados sem senhas para lembrar. É uma camada adicional de criptografia que envolve apenas um clique (ou no caso do Google, nada). O melhor exemplo de seu valor é o seguinte: um documento comercial importante é salvo no armazenamento em nuvem, porém sem aplicar qualquer criptografia local, sê alguém entrar na instalação de armazenamento em nuvem e roubar um disco rígido, os dados estarão protegidos mesmo sem a criptografia local e com força bruta, simplesmente porque o invasor não terá acesso às chaves de criptografia controladas pelo serviço e não poderá fazer nada com os dados brutos no disco. O arquivo estará seguro.

Conclusão

Para finalizar, uma última pergunta, se há criptografia local dos dados, há necessidade de usar a criptografia do lado do servidor? A resposta curta é sim. É uma camada adicional de proteção, transparente. Então por que não? Com certeza é melhor um ambiente com duas camadas de criptografia do que com apenas uma.

Conheça a nossa solução de backup gerenciado, ideal para estações e servidores, cuidamos da segurança dos dados de ponta a ponta, entre em contato conosco hoje mesmo 11 4112-5211 whasApp.

Programa utilizado: Macrium Reflect ( Servidor ou Desktop).

Windows COEM pode regularizar equipamentos com sistema pirata?

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Essa pergunta surgiu em um de nossos clientes, o fornecedor do sistema de automação comercial deles sugeriu uma licença Windows 10 Pro 64 bits COEM (SKU FQC-08932) como a forma mais acessível para regularizar um computador com 06 anos de idade que rodava Windows 7 Pro 64 bits irregular. A alegação é que essa licença, é uma novidade lançada pela Microsoft destinada a computadores usados com Windows pirata.

“É preocupante como proprietários e gestores de empresas brasileiras de qualquer porte, ainda são inocentes e frágeis quando o assunto é tecnologia…”

O que é COEM?

De fato o licenciamento COEM é algo novo no portfólio de licenças Microsoft, por isso fomos atrás de respostas:

  1. Primeiro, pesquisamos na internet em fóruns e páginas do fabricante, não encontramos nenhuma informação, nada documentado sobre isso e textos vagos e confusos fornecidos pela Microsoft.
  2. Na sequência entramos em contato com distribuidores Microsoft no Brasil, todos desconheciam tal licença.
  3. Em terceiro, sites de e-commerce como KaBuM! dizem assim: “Windows COEM só funcionará com Notebook e PCs novos sem windows, ou que nunca tenham tido Windows instalado, ou se adquirido junto a partes e peças para montagem de um computador novo.
  4. A solução foi ir direto à fonte, ligamos para a Central de Parceiros Microsoft Brasil, como parceiros certificados temos canal direto e rápido para dúvidas técnicas e comerciais.

Para nossa surpresa, esse tipo de licença foi novidade inclusive para o técnico Microsoft que nos atendeu, obrigando-o a contactar o seu supervisor para poder responder às nossas perguntas. A conclusão foi que essa licença só pode ser aplicada em equipamentos novos ou equipamentos que nunca tiveram um sistema operacional instalado (isso inclui qualquer versão de Windows, Linux ou outro S.O.), o fato dela ser COEM permite apenas que ela possa ser vendida separadamente do equipamento, podendo vir numa nota fiscal separada do equipamento, essa é a única diferença da tradicional e amplamente conhecida licença OEM, que só pode ser comercializada junto a computadores novos.

É preocupante como proprietários e gestores de empresas de qualquer porte no Brasil, ainda são inocentes e frágeis quando o assunto é tecnologia, colocando seus negócios em risco baseando decisões em conselhos e consultorias de falsos experts em TI, muitas vezes não para economizar mas sim por falta de conhecimento.

Desfecho

Ao final, aquele fornecedor do sistema, com toda confiança, ainda garantiu conseguir uma nota fiscal que tornasse o sistema totalmente legítimo, bastando inserir um item de hardware na tal nota. Não precisamos dizer que essa prática, conhecida e comum no mercado, não legaliza o equipamento que receberá a licença, permanecendo o status de sistema pirata, porém isso é assunto para um próximo post.

Se você ou sua empresa tem dúvidas sobre legalização de software, qual a forma mais prática e acessível, entre em contato conosco, temos experiência no assunto e será um prazer atendê-lo.  11 4112-5211 whastApp.

O que é WhatsApp Business e por que usar

Você sabe o que é WhatsApp Business e como ele funciona? Separamos algumas informações para você entender como o novo aplicativo pode ser bastante proveitoso para sua empresa.

O que é WhatsApp Business e por que usar

Usar o WhatsApp para atendimento ao cliente não é nenhuma novidade. Segundo pesquisa realizada pela Morning Consult, 80% das pequenas empresas presentes no Brasil e Índia afirmam que o aplicativo de mensagens auxilia a comunicação com clientes e ajuda no crescimento do negócio.

Em janeiro de 2018, o WhatsApp alcançou o incrível número de 1,5 bilhão de usuários mensais, tornando-se cada vez mais um aplicativo essencial no dia a dia das pessoas.

Segundo pesquisa feita pelo Instituto Ovum, 78% dos entrevistados afirmaram que estariam dispostos a trocar o atendimento via telefone por um outro canal, como o atendimento online, caso a mudança agilizasse a solução de problemas.

Estes dados nos mostram que apostar em atendimento virtual de qualidade é uma ótima ideia. Muitas empresas já possuem o relacionamento via chat em seus sites, mas nem sempre essa é a solução mais indicada para pequenas empresas, como uma assistência técnica local.

É aí que entra o WhatsApp Business. A ferramenta gratuita permite que seus clientes entrem em contato por um canal que já usam no cotidiano, facilitando o processo de atendimento.

Além disso, o uso do WhatsApp Business facilitará a separação da vida pessoal e profissional, permitindo o uso de uma no mesmo aplicativo – o que ainda não era possível.

Diferenças entre WhatsApp Business e WhatsApp comum

Se você já usa o WhatsApp na sua assistência, pode ter dúvidas se vale a pena trocar para a versão Business. A versão para empresas conta com funções não disponíveis no aplicativo normal. Essas aplicações servem principalmente para otimizar seu tempo, oferecer dados interessantes e ainda passar mais confiança ao cliente. Confira quais são as principais mudanças:

Perfil Empresarial: ao criar uma conta no novo aplicativo, você poderá adicionar informações relevantes para o seu negócio. O perfil empresarial possui descrição comercial, com campos para e-mail, endereço físico e do site da empresa. O cliente poderá acessar esses dados e também confirmar que estão conversando com a empresa – e não com um impostor;

Mensagens especiais: com o WhatsApp Business, o envio de mensagens é mais fácil e eficiente. Perfis empresariais podem salvar respostas rápidas para as perguntas mais comuns, além de mensagens de saudação e ausência;

Estatísticas: o aplicativo fornece à empresa dados simples, como número de mensagens que foram abertas pelos clientes. Essas estatísticas te ajudarão a analisar o que está dando certo na estratégia de atendimento.

Segurança e confiança no WhatsApp Business

O WhatsApp anunciou que, em breve, empresas poderão possuir “contas confirmadas”, assim como em redes sociais como Facebook e Instagram. Essa função aumentará ainda mais a confiança do cliente na hora do atendimento.

Para quem é cliente, o uso do aplicativo normal continuará igual. Não é necessário instalar nada complementar para entrar em contato com empresas.

Como baixar o WhatsApp Business

Por enquanto, o aplicativo só está disponível para smartphones com Android, sem previsões para lançamento para iOS.

Caso você seja usuário de Android, é só procurar pelo aplicativo na Google Play Store e fazer o download. A criação de conta é igual no aplicativo comum, sendo necessário apenas um número de telefone.

Se você entendeu o que é WhatsApp Business e como ele pode ser útil para sua assistência, que tal testar a ferramenta? Quando o assunto é otimizar seu atendimento e fidelizar clientes, sempre vale a pena experimentar novas estratégias!

fonte: http://blog.elgscreen.com

 

WiFi – qual a diferença entre 2,4 GHz e 5 GHz

Se você possui rede WiFi em casa e se interessa por tecnologia, possivelmente você já viu que existem roteadores com dois padrões diferentes de comunicação. O primeiro é o mais comum: 2,4 GHz. Já o segundo, mesmo que seja tão antigo quanto o primeiro, está se tornando mais popular somente agora: 5 GHz. Mas você sabe o que esses números significam?

Geralmente o termo GHz (giga-hertz) está associado ao desempenho. Um processador de 5 GHz, por exemplo, é bem mais potente que um de 2,4 GHz. Nesse caso podemos dizer que quanto maior o número, melhor será o produto.

No caso do WiFi existe uma pequena diferença: esses números não expressam a quantidade de ciclos por segundo como no caso dos processadores. Aqui eles são as frequências de operação do sinal de rádio transmitido pelo roteador. Assim, não existe um valor necessariamente melhor, já que são dois padrões de transmissão diferentes.

Essas diferenças são vantagens e desvantagens que devem ser levadas em conta na hora da compra e do posicionamento do roteador dentro sua casa, empresa ou loja.

Como o sinal de rádio se propaga

Quando falamos em frequências de rádio, precisamos entender um princípio básico: quanto mais alta a frequência do sinal transmitido, mais forte ele vai ser, contudo, menor será o seu alcance. Isso significa que o sinal de 5 GHz possui mais intensidade a curta distância; já a frequência de 2,4 GHz pode carregar menos dados de uma única vez, mas pode chegar a distâncias maiores.

Além disso, os 2,4 GHz também são mais eficientes na hora de atravessar objetos sólidos, como paredes, algo que o sinal de 5 GHz não consegue fazer com muita eficiência.

Por outro lado, a frequência 5 GHz é mais ampla e possui 23 canais de transmissão que não se sobrepõem, contra apenas 3 canais nos 2,4 GHz. Isso faz com que exista menos interferência na frequência mais alta.

Os canais de transmissão são como pistas de uma rodovia, ou seja, quanto mais pistas, mais espaço para os carros passarem sem bater. Agora imagine que dois roteadores estão um ao lado do outro transmitindo cada um dos sinais na frequência de 5 GHz. Se ambos utilizarem o mesmo canal, um pode se chocar no outro, gerando interferência e perda de dados para ambos os lados. Por outro lado, se cada um deles trabalhar com um canal diferente, será possível que ambos trabalhem sem um interferir no trabalho do outro.

A sobreposição de sinal acontece quando os canais são diferentes, mas a transmissão “encosta” na do lado, ou seja, parte do sinal se choca com o canal vizinho. Daí a necessidade de escolher canais que não se sobrepõem.

Como a frequência de 2,4 GHz possui menos canais e somente três que não se sobrepõem, existe mais chance de um roteador próximo do outro acabar gerando interferências no sinal alheio. Se você mora em um apartamento e o seu vizinho de cima possui um roteador trabalhando na mesma frequência e no mesmo canal, existe o risco de perda de sinal.

Para piorar a situação, muitos aparelhos sem fio utilizam a mesma frequência para trabalhar. Telefones sem fio, alguns controles de televisão, brinquedos, alto-falantes sem fio e aparelhos Bluetooth são alguns itens que causam interferência e prejudicam o sinal de WiFi.

Para entender isso, imagine novamente a pista de uma autoestrada. Parte de um trecho está em obras, outro desmoronou. Mais à frente, caminhões passam a transitar nessa mesma pista, causando um engarrafamento. É mais ou menos isso o que acontece com a transmissão quando há muitos aparelhos diferentes trabalhando na mesma frequência.

Mas afinal de contas, qual dos dois é melhor?

O melhor é aquele que atende de forma mais completa suas necessidades. Para resumir: é possível ter uma transferência de dados maior com o 5 GHz, mas é preciso estar ciente de que o alcance do sinal será menor.

Geralmente recomenda-se que seja vista a utilização da rede e seus objetivos principais antes da escolha do roteador. Para locais maiores e navegação simples na internet (email, redes sociais) é recomendado um roteador de 2,4 GHz. Já para streaming de filmes e jogos online o mais recomendado é o de 5 GHz.

A melhor solução (e um pouco mais cara) é investir em um roteador dual-band, ou seja, um roteador que possua os dois modos de transmissão simultâneos. Com isso, você terá sempre duas redes WiFi à sua disposição: uma trabalhando com 2,4 GHz e outra trabalhando com 5 GHz — e poderá alternar sempre que precisar.

Vale lembrar que nem todos os dispositivos WiFi possuem suporte aos dois padrões de comunicação. Antes de comprar um notebook ou um novo smartphone, verifique se eles possuem esse tipo de recurso para não ter problemas mais tarde.

COMO ENVIAR GFIP SEM MOVIMENTO

Contabilidade Fácil

Empresas Inativas ou Sem Movimento são obrigadas a enviar a GFIP?

Como enviar GFIP sem Movimento?

A GFIP – Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social é uma obrigação acessória das empresas, utilizada para o envio de informações relativas ao FGTS e à Previdência Social de seus empregados aos órgãos competentes, bem como para a geração das guias de recolhimento do FGTS (GRF) e INSS (GPS) dos funcionários.

Tal obrigação deve ser enviada via aplicativo denominado SEFIP – Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social, impreterivelmente até o dia 7 (sete) de cada mês, sob pena de pagamento de multa por atraso, correspondente a 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante das contribuições informadas, ainda que integralmente pagas, respeitados o percentual máximo de 20% (vinte por cento) e os valores…

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COMO GERAR CHAVE PRI – CONECTIVIDADE SOCIAL CAIXA

Contabilidade Fácil

O que é Conectividade Social?

O que é Chave PRI?

Como gerar uma Chave PRI?

A Conectividade Social é um canal digital obrigatório para o envio de informações dos trabalhadores de empresas ao FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e à Previdência Social.

Atualmente existem dois tipos de Conectividade Social. A primeira é destinada aos empregadores enquadrados como Micro Empreendedores Individuais (MEI) e empresas optantes pelo Simples Nacional com até 10 empregados contratados. A segunda, denominada Conectividade Social – ICP, é destinada às demais empresas.

Para utilizar ambos os tipos de Conectividades Sociais é necessário que a empresa possua um Certificado Digital. Na Conectividade Social – ICP é necessário um E-Cnpj. Já para acessar a Conectividade Social destinada às empresas de menor porte, é possível utilizar um Certificado Digital gerado gratuitamente pela Caixa Econômica Federal, popularmente chamado de Chave PRI.

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