Ranking de velocidade da Netflix tem novo líder

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A Netflix liberou hoje o seu relatório mensal de velocidade de transmissão das diferentes operadoras do Brasil. A novidade dete mês é que, pela primeira vez desde janeiro, a TIM não aparece na liderança.

Em junho, a provedora GVT assumiu a primeira posição do ranking, com uma velocidade média de transmissão de 3,32 Mbps. Mas a TIM, tradicional vencedora, não ficou longe: sua média no mês ficou em 3,31 Mbps. Trata-se da primeira vez que a TIM perde a liderança desde tê-la assumido em maio de 2014.

As demais operadoras mantiveram, todas, as mesmas posições desde o começo do ano. Em terceiro lugar está a NET Virtua, com média de 3,08 Mbps; em seguida, a Algar, com velocidade média de 2,48 Mbps. O Provedor Oi Velox ocupa a quinta posição (1,77 Mbps) e, na lanterna, está a Telefônica, com média de 1,26 Mbps.

No começo de 2014, a Oi ainda mostrava médias de velocidade inferiores às da Telefônica. No entanto, desde agosto daquele ano, a Telefônica ficou por último. A média obtida pela Telefônica em junho foi o pior resultado de sua história, e o segundo pior desde os inícios das medições do Netflix.

A troca de liderança no relatório é a primeira mudança de posições entre as operadoras neste ano. Ainda assim, a evolução das médias de transmissão de cada operadora podem ser visualizadas aqui.

Internet lenta? Aprenda a descobrir os vilões do consumo de dados

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Numa época em que os sites oferecem cada vez mais funcionalidades e serviços, a internet parece nunca ser rápida o suficiente. Jogar games online, assistir a filmes e séries na Netflix e usar redes sociais são atividades que dependem da velocidade da nossa conexão. E, muitas vezes, essa velocidade deixa a desejar.

Em alguns casos, a lentidão pode ser um problema do provedor de acesso. Em outros, no entanto, pode se tratar de algum aplicativo ou processo que, sem que você se dê conta, esteja utilizando a rede de sua casa, deixando-a mais lenta.

Esses programas não são, necessariamente, maldosos: pode acontecer de aquela nova extensão que você instalou exigir uma quantidade absurda de dados, por alguma falha de programação. Felizmente, existem softwares que podem te ajudar a encontrar e desligar programas com problemas semelhantes.

Conheça abaixo duas maneiras de identificar e deletar programas que estejam consumindo excessivamente os dados de sua conexão doméstica:

Usando o gerenciador de tarefas do navegador

Assim como o Windows, alguns navegadores possuem gerenciadores de tarefas. Esses programas funcionam da mesma forma que o Gerenciador de Tarefas do Windows: mostram todos os aplicativos e processos que estão rodando, e quanto eles estão consumindo de RAM e de capacidade de processamento.

No entanto, enquanto o gerenciador de tarefas do Windows mostra tudo que está acontecendo no sistema operacional, alguns navegadores, como o Chrome, o Opera e o Firefox, tem gerenciadores que mostram tudo que está acontecendo neles. O interessante deles, porém, é que eles mostram o quanto cada aba e cada processo do seu navegador está consumindo de dados também.

No Chrome, para acessar o gerenciador de tarefas, basta apertar Shift+Esc. Caso isso não funcione, procure no canto superior direito do navegador o ícone com três listras horizontais, clique nele, vá até “Mais ferramentas” e, então, clique em “Gerenciador de tarefas”. O processo é semelhante em outros navegadores.

Fazer isso abrirá uma janela com uma tabela. A tabela mostra o nome dos aplicativos e processos abertos no navegador, o quanto eles estão utilizando de RAM, quanto cada um deles exige do processador e, em seguida, quantos dados eles estão consumindo de sua rede.

Essa última informação é a mais relevante nesse momento, pois permite identificar quais extensões ou abas do seu navegador estão consumindo mais dados. Para testar, experimente abrir um vídeo do Youtube, e fique de olho no gerenciador de tarefas: você verá que, conforme seu computador carrega mais do vídeo, o gerenciador de tarefas mostra o consumo de dados.

A principal vantagem de visualizar o consumo de dados dessa maneira é que ela permite que você veja exatamente o que cada aba ou extensão está exigindo da sua conexão. Assim, caso você perceba que algum aplicativo esteja consumindo uma montanha de dados, desligue-o o desinstale-o. Ele pode ser o responsável pela sua conexão estar tão lenta.

 

Usando o GlassWire

Por mais úteis que sejam os gerenciadores de tarefa dos navegadores, eles têm um problema: eles só mostram o consumo de dados em um determinado momento. Assim, se uma extensão do Chrome tiver feito um download de 3GB durante a madrugada, você não perceberá isso quando abrir o gerenciador de tarefas do Chrome mais tarde.

Existem alguns programas, porém, que monitoram o uso de dados do seu computador ao longo do tempo, justamente para revelar problemas como esse. Um deles é o GlassWire, que pode ser baixado aqui.

O GlassWire funciona de maneira semelhante ao gerenciador de tarefas do seu navegador, mas ele monitora apenas o uso de rede. Como ele é especializado nisso, porém, ele oferece muito mais possibilidades para visualizar quais aplicativos estão consumindo mais dados.

É possível visualizar o consumo de dados dos diferentes programas do seu computador na forma de um gráfico, que mostra como esse consumo evoluiu ao longo do tempo, e também informa qual volume de dados foi consumido, ao todo, em determinado período de tempo.

Essas informações podem ajudar a identificar quais são os principais “vilões” da sua conexão. Uma vez identificados, o GlassWire também permite que você bloqueie o acesso à sua rede por determinados programas e aplicativos, o que pode ser uma boa forma de consertar o “vazamento de dados”.

5G precisa chegar ao mercado até 2020, diz ONU

Smart phone with 5G network standard communication
Smart phone with 5G network standard communication

Na semana passada, a União Internacional de Telecomunicações, um braço da ONU, definiu que a quinta geração da internet móvel precisa ter um padrão comercializável até 2020.

O 5G terá capacidade de transmitir dados a 20 Gbps, o que é suficiente para baixar um filme em alta definição em apenas 10 segundos.

A tecnologia também permite transferência de 100 Mbps para 1 milhão de dispositivos conectados à Internet das Coisas num espaço de 1 km².

Segundo informa o Korea Times, o 5G receberá o nome de IMT-2020. O 3G foi nomeado pela UIT como IMT-2000 e o 4G, IMT-Advanced.

Internet mundial está ficando mais pesada e lenta

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Aqui no Brasil estamos acostumados a reclamar da velocidade da internet, mas é uma tendência global: a navegação está ficando mais lenta. Não, os megabits por segundo não estão diminuindo; a web é que está inchando, fazendo com que os sites fiquem mais pesados e, consequentemente, sejam carregados com maior lentidão.

Segundo os dados da HTTP Archive, a média de espaço ocupado por um site é, atualmente, 2,1 megabytes, o dobro do que era registrado há três anos. Como consequência, a navegação tende a ficar mais lenta se a velocidade de conexão não cresce no mesmo ritmo.

O motivo por trás desse inchaço dos sites é o investimento em imagens cada vez maiores e mais pesadas, além dos vídeos e todos os recursos que já são parte da navegação cotidiana, como os plug-ins de interatividade. As imagens e vídeos ocupam 75% do espaço de um site. Portanto, o site mais eficiente e rápido é normalmente menos visualmente atrativo.

A web responsiva também é uma culpada desse fenômeno. Alguns sites chegam a ter 50 tamanhos diferentes de imagens que podem ser requisitadas para se encaixar melhor na tela de um celular, tablet, ou desktop. Também é necessária programação extra para que tudo funcione como o esperado, o que dá uma mãozinha para que os sites fiquem mais pesados.

Há ainda o fato de que os sites estão começando a abraçar uma criptografia mais forte para se tornarem mais seguros, o que requer mais programação e poder de processamento de dados.

Curiosamente, há um outro fator pouco lembrado que é o que mais cresceu nos últimos tempos: fontes customizadas. Alguns desenvolvedores criam suas próprias fontes para se diferenciar do restante da internet. A transferência de fontes, que era apenas 1% do peso de uma página, agora usa 5%.

Operadora nos EUA é multada em US$ 100 Milhões por cortar velocidade de internet

Cropped view of man using mobile phone
Cropped view of man using mobile phone

Em um exemplo que poderia ser seguido no Brasil, o governo dos Estados Unidos decidiu multar a operadora de telefonia celular AT&T por reduzir a velocidade da internet móvel de seus clientes em um plano vendido como “ilimitado”. O valor vai pesar nos cofres da companhia: US$ 100 milhões.

O comunicado divulgado pelo FCC, órgão regulador das comunicações no país, acusa a operadora de vender pacotes divulgados como ilimitados, mas podar o acesso depois de o consumidor passar dos 5 gigabytes consumidos ao mês. O corte de velocidade foi considerado “significativo”, segundo a entidade.

Presidente do FCC, Tom Wheeler afirma que provedores de serviços de banda larga precisam ser transparentes sobre seus serviços, e que a organização não aceitará campanhas publicitárias com informação suficiente. A agência diz que recebia reclamações sobre o assunto desde 2011.

Por sua vez, a AT&T promete recorrer contra a decisão, alegando ser “um modo legítimo e razoável de tramitar os recursos da rede para o benefício dos clientes”.

Cabo de internet que liga Brasil e Portugal terá aporte de R$ 92 milhões

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O projeto de construção de um cabo submarino de fibra óptica para ligar Brasil e Portugal vai receber um financiamento de € 26,5 milhões (cerca de R$ 92 milhões) da União Europeia. O anúncio foi feito na última semana, durante a cúpula entre lideres da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e da União Europeia.

O cabo funciona como um túnel por onde trafegam os dados. A expectativa é de que a estrutura aumente a oferta de internet e barateie o custo para o consumidor, além de melhorar a velocidade da conexão. A estrutura também irá conectar diretamente os dois continentes. Atualmente, a comunicação entre a América do Sul e a Europa precisa passar pelos Estados Unidos.

No ano passado, a Telebras disse a expectativa era que o cabo estivesse operando no segundo semestre de 2016, com capacidade de 3 Tbps. Mas houve um atraso na execução e na constituição da empresa, que ainda não está formada. O investimento total é de US$ 185 milhões (R$ 645 milhões).

A empresa responsável pela execução do projeto, criada em parceria da Telebras com a espanhola IslaLink, terá participação de 35% da brasileira e 65% da IslaLink. Mais tarde, a empresa da Espanha deverá transferir 30% das ações para um fundo de investimentos ainda não definido, ficando com 45% da participação.

Veja quais são os 10 smartphones mais procurados

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O site brasileiro de comparação de preços Zoom revelou quais são os modelos de Smartphones mais buscados em sua plataforma.

O modelo campeão é a segunda geração do Moto G, da Motorola, com 16GB de capacidade de armazenamento e TV Digital. Em segundo lugar está o seu “irmão maior”, o Moto X de segunda geração com 32Gb de memória interna. O Galaxy Gran Prime Duos TV, da Samsung, fecha o pódio em terceiro lugar.

O restante da lista é composto por outros aparelhos da Motorola e da Samsung, além de modelos da Asus e da LG. O Zenfone 5 é o smartphone mais procurado da Asus, e aparece em quarto lugar. O modelo da LG que aparece na lista é o LG L Prime.

A lista também mostra a variação de preços de cada aparelho. O modelo cujo preço mais variou foi o Galaxy Gran Prime Duos TV: a diferença de preço entre os vendedores vinculados à plataforma de comparação de preços chegou a 115%, indo de R$ 649,90 até R$ 1.399.

O Zenfone 5, por outro lado, foi aquele cujo preço menos variou entre as lojas vinculadas: ele era oferecido por preços entre R$ 713,31 e R$ 771,23 – uma variação de apenas 8%.

Confira abaixo a lista completa:

1 – Motorola Moto G 2ª Geração 16 GB DTV Colors (de R$ 699 a R$ 1016 – variação de45%)

2 – Motorola Moto X 2ª Geração 32GB (de R$ 1157,32 a R$ 1999 – variação de 73%)

3 – Samsung Galaxy Gran Prime Duos TV (de R$ 649 a R$ 1399 – variação de 115%)

4Asus Zenfone 5 (de R$ 713,31 a R$ 771,23 – variação de 8%)

5Samsung Galaxy S5 (de R$ 1499 a R$ 2599 – variação de 73%)

6 – LG L Prime D337 8GB (de R$ 539 a R$ 899 – variação de 66%)

7 – Motorola Moto Maxx (de R$ 1729,14 a R$ 2199 – variação de 27%)

8 – Motorola Moto G 2a Geração 8GB (de R$ 649 a R$ 749 – variação de 15%)

9 – Samsung Galaxy Gran Prime Duos (de R$ 651,63 a R$ 869,13 – variação de 33%)

10 – Samsung Galaxy S6 (de R$ 2185,13 a R$ 3299 – variação de 51%)

5 dicas para migrar a estrutura de TI para a nuvem

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Uma pesquisa realizada pela consultoria Bain & Company com mais de 400 empresas apontou que apesar de a maioria das companhias terem o desejo de migrar toda sua estrutura de TI para a nuvem, somente 18% da carga de trabalho é realmente movida. Segundo o diretor da Softline Roger Melo, um dos principais motivos para que isso aconteça é o receio diante de tecnologias disruptivas, algo bastante comum nos dias de hoje.

De acordo com o executivo, nenhuma empresa migra 100% de seus dados e aplicações para a nuvem de uma hora para a outra. “É preciso planejamento e estratégia”, conta. Para garantir uma transferência de sucesso, Melo aponta as seguintes dicas:

1. Liste suas prioridades

Nem toda aplicação merece migrar para a nuvem.

2. Avalie a estratégia de redundância

A nuvem pode ser ótima aliada para redundância e back up.

3. Saiba quais aplicações demandam mais capacidade da infraestrutura de TI

Diferente do que se imagina, ao migrar aplicações menos importantes, a infraestrutura própria pode ser suficiente para as aplicações críticas.

4. Verifique se há algum impedimento legal para a migração

5. Use a nuvem como ambiente para teste

A nuvem pode ser um excelente ambiente para teste de stress antes de colocar as aplicações no ambiente de produção.

20 anos da internet no Brasil: as coisas que deixaram saudades

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Para constar: o que está listado não necessariamente seria melhor do que o que existe hoje em dia, mas são sites, serviços e recursos que foram satisfatórios e agradáveis em sua época, mas que o tempo tratou de enterrar. Confira a lista:

Orkut
A rede social oficialmente descontinuada no ano passado foi a porta de entrada da internet para uma parcela enorme da população brasileira. Ele foi perdendo sua popularidade ao longo dos anos, mas nunca deixou de ocupar um espacinho no coração do internauta brasileiro, com seu limite para 12 fotos, o BuddyPoke, as comunidades (o maior destaque!), o “li, respondi e apaguei” e o “só adiciono com scrap” e tantas outras coisas que formaram a cultura internética do brasileiro.

Reprodução

mIRC, ICQ e MSN
Os programas de bate-papo do passado também deixam saudades. Quem é “macaco-velho” da internet deve ter conhecido o mIRC e passado por todo o processo de fim e reinício. O mIRC e seus scripts com bate-papo apenas com texto, sendo lentamente devorado pelo ICQ e seu “oh-oh” a cada nova mensagem, que finalmente foi engolido pelo MSN, que depois virou Windows Live Messenger, mas será para sempre MSN no coração do povo. O Skype absorveu os usuários do MSN, e o mIRC e o ICQ ainda existem, mas nada é como já foi um dia

Megaupload (principalmente para quem perdeu arquivos)
O Megaupload tinha muitos defeitos, mas serviu ao propósito de armazenar arquivos na internet muito antes de os serviços de nuvem como Dropbox, OneDrive, Google Drive, começarem a se popularizar. Claro, ele também foi amplamente utilizado para pirataria, o que fez com que ele viesse a sair do ar, deixando órfãos aqueles que usavam a ferramenta para fins legítimos. Algum dia eles terão os arquivos de volta? Provavelmente não.

Reprodução

Salas de bate-papo
Um hábito que se perdeu na internet ao longo dos anos. Entrar em um ambiente repleto de desconhecidos (sala de bate-papo do UOL!) com o intuito de conversar em tempo real sobre assunto nenhum (ou sobre um tema específico, no caso das salas temáticas). Atualmente, as redes sociais servem para manter as pessoas fechadas em seus círculos sociais. São raríssimos os casos de pessoas que se jogam em um ambiente virtual com desconhecidos. E, do jeito que a internet está atualmente, provavelmente não seria uma boa ideia fazê-lo, mesmo.

Sites clássicos
Quem nunca perdeu horas com os jogos e quizzes do Fulano? Ou então passou alguma noite em claro depois de ler ou ver alguma coisa meio estranha no Assustador? Teve que dar um jeito de driblar a restrição de 10 comentários do Fotolog? Perdeu mais tempo do que devia vendo as piadas (de qualidade duvidosa) do HumorTadela ou vendo animações no Charges.com.br (quando o Flash ainda fazia sentido). Muitos sites que foram populares no passado ainda existem, mas a maioria simplesmente deixou de ser relevante.

Programas de compartilhamento
Muito antes do Torrent, quem queria baixar alguma coisa online recorria ao Napster. Não demorou muito tempo para perceberem que ele poderia ser usado para distribuir músicas pirateadas pela internet, e a indústria fonográfica caçou o Napster até ele sair do ar. Foi aí que começou a “hidra”: Kazaa, eMule, SoulSeek, Ares e tantos outros serviços se revezaram como os favoritos do público na hora de baixar ou distribuir arquivos pela internet, até a popularização dos torrents, que acabaram tomando a liderança ocupada até hoje.

GeoCities, HPG, Kit.net…
Os blogs foram o início definitivo da democratização da web, porque antes disso era difícil ter seu espacinho virtual. Alguns serviços pioneiros, no entanto, ajudaram o povo a colocar suas humildes páginas na internet, como o GeoCities, estrangeiro, e o HPG (sigla para “Home Page Grátis”) que forneciam estes espaços gratuitamente. Tudo era muito limitado e exigia algum conhecimento técnico para fazer funcionar, mas era extremamente recompensador ver sua página (criada no FrontPage!) online.

Jogos multiplayer do passado
Quem nunca aproveitou a conexão à rede para tirar uma partida de Duke Nukem 3D pela internet, ou disputar sessões de Quake no servidor do UOL ou do Terra? Mais para frente surgiu o Counter Strike, que foi uma febre nas LAN Houses, mas também divertiu muitos jogadores de Half-Life. Também não há como esquecer os MMORPGs, como o Tibia, que ficou extremamente ultrapassado graficamente para os dias modernos, mas foi a porta de entrada de muitas pessoas para os jogos online. Há outros exemplos como Ragnarok, Priston Tale…

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Privacidade
Essa faz falta. Houve uma época em que foi possível navegar na internet sem sentir que todos estavam te vigiando. Atualmente, parece que todos sabem mais sobre sua vida do que você mesmo, passando por empresas de internet, governos e até mesmo as pessoas com quem você se relaciona virtualmente. Também houve um tempo em que as pessoas se expunham menos e não tinham necessidade de opinar sobre tudo, causando menos discussões imaturas na internet.