LGPD: O que é, como vai funcionar e o que muda para sua empresa!

lgpd-vanzolini-690x503

Entenda de vez a Lei Geral de Proteção de Dados.
LGPD é a sigla adotada para designar a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nr 13.709) sancionada em 14 de agosto de 2018 e que entra em vigor a partir de agosto de 2020. Seu principal objetivo é garantir transparência no uso dos dados das pessoas físicas em quaisquer meios. Esta lei chega para alterar a Lei nr 12.965, de 23 de abril de 2014, popularmente chamada de Marco Civil da Internet que regulava estas transações até então.

A LGPD tem como base a GDPR, regulamentação europeia aprovada em maio do ano passado e usa os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade como norte para estabelecer regras a respeito da coleta e armazenamento, de dados pessoais e seu compartilhamento. A intenção é proporcionar proteção dos dados das pessoas físicas contando com a penalidade de multas para motivar o seu cumprimento por parte das empresas.

O cenário que temos hoje
Atualmente, as pessoas jurídicas podem solicitar às pessoas físicas, no momento do seu cadastro para compras ou outras finalidades, uma série de dados que muitas vezes não tem a menor relação com a finalidade da empresa. E engana-se quem pensa que esses dados serão depositados apenas no seu big data.

Na verdade, muitas vezes esses dados que deveriam ser confidenciais são comercializados sem autorização do consumidor, o que resulta em uma série de incômodos aos quais infelizmente já estamos acostumados: malas-diretas, spams, telefonemas e uma série de contatos realizados por empresas para quem nunca fornecemos informações ou demonstramos qualquer interesse.

A partir do advento da nova legislação o cenário mudará, já que o proprietário dos dados deverá sinalizar seu consentimento de forma clara e as pessoas jurídicas que mesmo assim ignorarem esta prerrogativa estarão sujeitas a multas de até 50 milhões de reais. Eis aí um bom motivo para sua empresa ficar atenta aos novos procedimentos.

O que vai mudar com a nova LGPD?
A nova lei prevê em seu teor 9 hipóteses que tornam legais os tratamentos de dados. Dentre eles, 2 merecem destaque:

É necessário obter o consentimento explícito por parte do titular dos dados. Ou seja, ele deverá ser claramente informado dos termos de uso e extensão da autorização e precisa concedê-lo livremente.
A partir de agosto do ano que vem, uma empresa só poderá recolher determinados dados a partir da autorização do proprietário desses dados, ou seja, o titular. Ou seja, deverá comprovar que a sua coleta será útil para sua interação com seus consumidores.
É importante lembrar ainda que os titulares dos dados poderão a qualquer momento retificar, cancelar ou até mesmo solicitar sua exclusão.A LGPD empodera o consumidor, dando a ele controle sobre seus dados e a possibilidade de punir os responsáveis por qualquer dano causado pelo mau uso das suas informações.

Criada a partir da MP 869/18, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados será o órgão responsável pela fiscalização da proteção de dados por parte das pessoas jurídicas. A ANPD poderá solicitar a qualquer tempo relatórios de riscos de privacidade às empresas para certificar-se de que as organizações estão tratando o tema internamente e dentro do estabelecido pela LGPD.
190313_Fluxograma-LGPD

Como se adequar às novas exigências

O primeiro passo é criar dentro da empresa um Comitê de Segurança da Informação responsável por analisar a atual situação dos procedimentos internos quanto aos dados recebidos.

Dentro deste processo é importante fazer um mapeamento bem detalhado a respeito de como os dados pessoais são tratados e todo o seu ciclo de vida dentro da empresa. Saber para onde vão, onde ficam armazenados, quem tem acesso e se são compartilhados com terceiros – no Brasil ou exterior. A partir do resultado dessa análise, será possível avaliar o nível de maturidade dos processos dentro da organização os riscos envolvidos.

Detectadas as deficiências, chega a hora de iniciar os procedimentos para tornar a transação de dados totalmente segura tanto para a empresa quanto para os consumidores.

Quem estará envolvido no processo de proteção de dados

São 4 os atores que participarão ativamente da proteção dos dados em cada empresa:

O titular

Seria o proprietário dos dados, no caso as pessoas físicas.

O controlador

É representado pelo tomador dos dados, ou seja, as pessoas jurídicas

O operador

A empresa responsável pela coleta de dados e sua efetiva segurança através de soluções automatizadas

O encarregado

É o profissional que responde pela proteção dos dados da empresa. É o seu representante, que fará contato com a ANPD quando necessário e pode até ser responsabilizado junto com a pessoa jurídica no caso de mal uso dos dados ou seu vazamento por qualquer motivo.

O que se conclui diante de todo esse cenário é que a entrada em vigor da LGPD significa um grande desafio tanto para as empresas, que precisarão rever vários processos de governança e privacidade de dados, tais como: gestão de consentimento (tanto as autorizações quanto as revogações), gestão das petições abertas por titulares dos dados (que em muitos casos deve ser respondida imediatamente), gestão do ciclo de vida dos dados dentro da empresa (data mapping e data discovery) e implementação de técnicas de anonimização (os dados nesta condição não serão considerados dados pessoais pela lei, desde que o processo seja comprovadamente irreversível).

 

Fonte: https://www.senior.com.br/blog/lgpd-o-que-e-como-vai-funcionar-e-o-que-muda-para-sua-empresa/

Confira dicas de equipamentos simples de usar e que podem melhorar muito a segurança patrimonial da sua empresa

O investimento em segurança é uma necessidade para todas as empresas. Isso porque, não importa o setor ou o tamanho da empresa, todo negócio conta com alguma informação ou recurso importante, que precisa ser protegido. Estoque de produtos, equipamentos caros e sensíveis, documentos sigilosos ou registros financeiros são apenas alguns exemplos de recursos que precisam de atenção.

Como não é possível para o dono da empresa acompanhar tudo o que acontece no seu negócio, e nem dá para impedir totalmente a circulação de funcionário e clientes pelo ambiente, é preciso investir em equipamentos e soluções de segurança que reduzem os riscos.

Confira a seguir algumas opções de tecnologias que não exigem grandes investimentos e que podem ajudar empresas de todos os tamanhos a melhorar sua segurança patrimonial.

Câmeras IP: Monitoramento de ponta

Em lugares comerciais com alta circulação de pessoas, como lojas e supermercados, é comum a instalação de câmeras de monitoramento.  Esse tipo de aparelho é o mais tradicional na construção de sistemas de segurança e, além de registrar as imagens do ambiente, também ajuda a impedir a ação de bandidos, que ficam mais cautelosos quando sabem que estão sendo filmados.

Nos últimos anos, as câmeras têm ganhado novas funcionalidades com o avanço tecnológico. Os últimos modelos disponíveis no mercado são mais simples de instalar, não exigem grandes obras no espaço da empresa, como a abertura de paredes, por exemplo. As mais modernas, como as câmeras IP, precisam apenas de um cabo de rede para funcionar, pois além dos dados que trafegam por eles, esses cabos também fornecem a energia para o funcionamento dos aparelhos.

Empresas de segurança e tecnologia, como a Intelbras, oferecem linhas de câmeras IP voltadas para as necessidades de pequenas e médias empresas. Os modelos CFTV IP das séries 1000 e 3000 captam e transmitem imagens em alta definição, com bons resultados, inclusive, em ambientes pouco iluminados. Além disso, essas câmeras não precisam estar cada uma conectada a um gravador de vídeo digital. Basta uma conexão com a internet para configurar a transmissão e o armazenamento dos vídeos.

Wi-Fi independente e de alto desempenho

Para funcionarem corretamente, os equipamentos de monitoramento baseados em rede precisam estar com uma conexão de qualidade. Por isso, é importante que a rede à qual os aparelhos estão conectados não seja a mesma utilizada na operação do negócio, muito menos a rede liberada para acesso dos clientes. Isso porque, com uma rede independente, além de garantir mais segurança para os dados que circulam no sistema, também se evita a lentidão que pode ser gerada caso muitos aparelhos acessem a rede ao mesmo tempo.

Por exemplo, um dos produtos da Intelbras que evita esses problemas é o Access point corporativo AP 1210 AC. O aparelho tem capacidade para criar até 16 redes de wi-fi independentes, com suporte para até 200 dispositivos conectados ao mesmo tempo, sem causar nenhuma lentidão na conexão dos usuários. Uma ótima opção para as empresas que já têm um número razoável de funcionários ou de clientes que circulam pelo espaço, mas que não precisam de uma rede muito robusta.

Controle de acesso

A movimentação de pessoas em áreas restritas da empresa é um ponto que precisa de especial atenção. Nesse caso, mais que monitorar o espaço, é preciso investir em equipamentos mais diretos, que fazem o controle do acesso, como uma fechadura digital.

O funcionamento das fechaduras digitais é simples e eficiente. Elas delimitam as áreas às quais funcionários ou clientes têm acesso, pois esses espaços só podem ser alcançados por quem souber as senhas da fechadura, ou tiver em mãos um cartão de acesso ou tiver feito o cadastro biométrico.

As fechaduras digitais podem ser aplicadas em portas de correr, de vidro ou de madeira, aproveitando a mesma furação já existente. Para evitar qualquer problema com oscilações de luz, elas são alimentadas por pilhas, assim não dependem do fornecimento de energia das companhias elétricas. E há ainda um sistema de monitoramento da carga, que emite alertas sonoros e visuais uma semana antes da energia das pilhas acabar.

Vale destacar que para empresas maiores, que demandam níveis de segurança mais elaborados, existem soluções ainda mais robustas, como controladores de acesso que utilizam, inclusive, reconhecimento facial.

Sensores de presença para iluminação

Os sensores de presença para iluminação são aparelhos que acionam automaticamente as lâmpadas de uma determinada área quando detectam o movimento de qualquer corpo, seja ele de pessoas, animais de médio e pequeno porte ou grandes objetos. Esse reconhecimento é feito por meio de um sensor infravermelho, capaz de interagir com variações de calor no espaço monitorado.

Esses aparelhos são úteis por terem dois resultados: contribuem para reduzir o consumo de energia da empresa, pois garantem o acionamento da iluminação apenas quando há uma pessoa presente no local, e ajudam a melhorar a segurança do espaço. Afinal, inibem a ação de invasores ao detectar a presença e aumentar a área iluminada do ambiente.

Sistema de Alarmes e Sensores

Além de se preocupar com o monitoramento do espaço e com o acesso a zonas sensíveis da empresa, também é preciso contar com um sistema eficiente de alarme. Eles são essenciais para impedir invasões e tentativas de dano ao patrimônio da empresa.

Entre as opções mais práticas para isso estão as centrais de alarme. Elas podem ser monitoradas ou não. As monitoradas são mais caras, mas oferecem um sistema de conexão direta com empresas terceirizadas de vigilância que podem acionar a polícia ou uma equipe de segurança para verificar eventuais disparos do alarme. Já os sistemas não monitorados podem ser controlados por meio de aplicativos, que permitem o acesso às imagens das câmeras, por exemplo.

As centrais de alarme são conectadas a sensores que detectam invasões por meio de tecnologias capazes de identificar abertura de portas e janelas, deslocamento de massa ou ondas de calor. Também existem no mercado sensores que emitem barreiras de luz infravermelhas, que são invisíveis a olho nu e que disparam quando interrompidas por algum corpo ou objeto estranho.

Energia sem interrupções

Mais do que investir em equipamentos de segurança, como câmeras e sensores de presença, é importante estar atento para o fornecimento de energia para os dispositivos. Para garantir um bom sistema de segurança, é preciso que os equipamentos recebam energia contínua e de qualidade. Neste caso, é muito importante que toda empresa tenha nobreaks compatíveis com o número de equipamentos que devem permanecer ligados em caso de queda de energia.

O nobreak é um equipamento de segurança elétrica capaz de fornecer energia a um sistema por um certo tempo. Em situações de emergência, como por exemplo um apagão causado por uma tempestade, este aparelho garante que produtos como câmeras, controles de acesso, rede entre outros continuem em funcionamento.

Um fator importante e essencial para qualquer empresa são as versões de nobreaks mais modernas que protegem equipamentos como por exemplo, data center e sistema de segurança, contra danos causados por variações de tensão e desligamento.
Fonte: https://olhardigital.com.br

 

Windows 10 – Como arrancar o sistema a partir de USB drive/CD-ROM?

Se deseja arrancar o sistema a partir de USB drive/CD-ROM, deverá aceder à BIOS para definir a configuração correta.

Windows 10 – Como aceder à configuração de BIOS?

1. Na configuração de BIOS, selecione [BOOT].

2. Ative [Launch CSM] (CSM = Compatibility Support Module)

044421f3-6fda-40a0-85ab-c7ed5315b992

3. Entre em [Security] -> desative [Secure Boot Control]

4.  Pressione F10 para guardar a configuração.

6ddd308b-d38e-4df0-85bd-f1e102872a26

5. Poderá arrancar o sistema a partir de USB drive/CD-ROM através de um dos seguintes métodos:

(1) Entre em BIOS -> Selecione [Save & Exit] -> Selecione USB drive/CD-ROM de [Boot Override]

(2) Mantenha pressionada a tecla [ESC] depois pressione o botão de Power para ligar o sistema. Poderá selecionar a unidade de arranque a partir da lista apresentada.

eb504cd7-824b-41de-8f7b-175a7c55eaf5

#asus

Novo gadget transforma o notebook comum em uma máquina com 3 telas

As telas são Full HD, compatíveis com Mac ou Windows.

Redação – SOS Solteiros Publicado: 12/06/2017 11:54 | Atualizado: 12/06/2017 11:56

Se você, caro leitor gamer, editor de vídeos ou expert em tecnologiagostaria de dar uma turbinada no seu notebook, então provavelmente vai adorar essa novidade.

A empresa Sliden’Joy, sediada na Bélgica, desenvolveu o Le Slide, um gadget que permite acoplar uma ou duas telas adicionais ao computador móvel, otimizando suas tarefas “virtuais”.

Fixado na parte de trás do seu notebook – Windows ou Mac – através de imãs (segundo os criadores, esse magnetismo não estraga o equipamento), o produto tem a capacidade de adicionar, via USB, mais uma ou duas telas à máquina, todas em full HD e disponíveis nos tamanhos padrões do mercado, ou seja, 13, 15 e 17 polegadas.

Cada tela adicional também possui dobradiças de alumínio que permitem um giro de 180 graus, dando uma mobilidade incrível ao equipamento. O Le slide é um produto relativamente leve que vai adicionar, ao máximo, apenas 100 gramas à sua máquina e além disso, também conta com um visual diferentão, em várias cores e acabamentos em madeira ou coro.

Os valores variam, pois dependem do tamanho, da quantidade de telas adicionais e do acabamento desejado, mas para comprar é preciso desembolsar no mínimo €349, cerca de R$1.300 reais.