Tendências da TI para 2019

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Dimension Data, provedora de serviços gerenciados e integradora de tecnologia global, anunciou o relatório Tech Trends 2019, que identifica as principais tendências do setor que definirão o cenário de negócios em TI, no próximo ano, no que se refere à experiência do cliente, segurança cibernética, negócios digitais, infraestrutura digital, local de trabalho digital, futuro de tecnologias e serviços.

Para o CTO da Dimension Data, Ettienne Reinecke, em 2019 a transformação digital finalmente se tornará uma realidade, e haverá uma série de interrupções em toda a indústria, à medida que companhias inovadoras vêem projetos de longo prazo frutificarem.

Segundo ele, os projetos de transformação constantemente referenciados, mas, raramente bem sucedidos, começarão a ganhar vida graças à maturidade das tecnologias revolucionárias, como inteligência artificial, machine learning, e automação de processos robóticos. “Até agora, nossa indústria tem falado teoricamente sobre tecnologias inovadoras, sem fornecer uma visão clara de como essas poderosas inovações, tais como: análise, machine learning, inteligência artificial, blockchain e containers, serão usadas na prática”, disse.

5 tendências que definirão o cenário de negócios em TI

1. Automação de processos robóticos irá remodelar a experiência do cliente

O crescimento exponencial da automação de processos robóticos – como machine learning, inteligência artificial e redes neurais heurísticas – dará às empresas a capacidade de combinar cenários, aumentar a compreensão e tomar decisões preditivas em tempo real, sobre as necessidades e comportamentos dos clientes.

2. Organizações se concentrarão em plataformas de segurança cibernética baseadas na nuvem

Violações de segurança cibernética regulares em 2018 farão com que os provedores de segurança baseados em nuvem ganhem força em 2019. Os sistemas de segurança baseados na nuvem são construídos com APIs abertas, o que significa que as equipes de segurança podem integrar rapidamente e facilmente, novas tecnologias na plataforma. Isso garantirá que os clientes possam acompanhar o cenário de ameaças em rápida evolução.

3. Infraestrutura se tornará programável de ponta a ponta

As empresas começarão a adotar várias plataformas de nuvem e aumentarão o uso de Software como Serviço (SaaS). Programabilidade de ponta a ponta significa que as organizações poderão se adaptar rapidamente ao cenário de negócios em mudança e exigir mais de seus aplicativos e dados.

4. Aplicativos se tornarão mais inteligentes e personalizados

No próximo ano, veremos os aplicativos reunindo informações dos usuários e fazendo alterações em suas próprias funcionalidades, para melhorar a experiência do usuário. A inteligência artificial e o machine learning desempenharão um papel significativo ao ajudar os funcionários a trabalhar de maneira mais produtiva.

5. Valor dos dados se tornará o centro do universo

No próximo período, o foco será cada vez mais transferido para o valor real dos dados, conduzindo uma busca renovada para incorporar a telemetria, coletar e enriquecer os dados. São os dados que formarão o núcleo da verdadeira transformação digital e se tornarão a fonte de novos fluxos de receita que ultrapassarão as fontes tradicionais. Isso levará a uma mudança nas arquiteturas de informação, com a necessidade de estabelecer dados ricos, começando a direcionar os investimentos em TI.

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Os celulares em que o WhatsApp deixará de funcionar em 2019

© Getty Images O WhatsApp atualizou sua lista de celulares incompatíveis com o aplicativo

O WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado no mundo, é atualizado constantemente. E acaba de publicar sua habitual “lista negra” de celulares em que o serviço não estará disponível a partir de 1º de janeiro.

A empresa, que tem mais de 1,5 bilhão de usuários, já indicou no passado que prefere se concentrar nas “plataformas de telefonia móvel usadas pela grande maioria das pessoas”.

É por isso que a companhia disse que quem utiliza o sistema operacional Nokia S40 só terá acesso ao aplicativo até 31 de dezembro de 2018, de acordo com o blog da empresa.

  • WhatsApp: Como criar, buscar e enviar GIFs animados pelo aplicativo
  • Como acusação falsa no WhatsApp abalou a vida de uma técnica de enfermagem gaúcha

O S40 é um software que foi desenvolvido pela empresa finlandesa Nokia em 1999 e que, segundo a companhia, passou a ser usado “em centenas de milhões” de celulares.

Entre eles, estão o Nokia 206 e 208, Nokia 301, Nokia 515 e grande parte da série Nokia Asha C3, X2 e X3. Esses dispositivos ainda são vendidos como alternativa aos smartphones mais famosos em diversas lojas e sites..© Getty Images Celulares como o Nokia Asha 501 ficaram ‘velhos’ para o WhatsApp

O caso do iPhone 4

O WhatsApp também adiantou algumas mudanças que vão afetar quem tem um celular emblemático da Apple: o iPhone 4. E, embora ainda seja compatível com esse dispositivo, em breve vai deixar de ser.

O aplicativo não permite mais a criação de novas contas a usuários que tenham esse modelo de iPhone ou qualquer outro que funcione com o iOS 7 ou outra versão anterior do software da Apple.

E a partir de 2020, o WhatsApp deixará de funcionar completamente nesses telefones.

© Getty Images Se você tem um iPhone 4, já não pode se inscrever no WhatsApp ou verificar sua conta

“O WhatsApp para iPhone requer [um sistema operacional] iOS 8 ou posterior. No iOS 7.1.2, não é mais possível criar novas contas ou verificar contas existentes. Se o WhatsApp já estiver ativo no seu dispositivo, você poderá usá-lo até 1º de fevereiro de 2020. O iOS 6 ou anteriores não são mais compatíveis”, diz o site da empresa.

“Para uma melhor experiência, recomendamos a utilização da versão mais recente do iOS disponível no seu telefone. Visite a página de ajuda da Apple para saber como atualizar o software do seu iPhone.”

Android 2.3.7

O caso dos celulares que utilizam o sistema operacional Android 2.3.7 (e versões anteriores) é muito semelhante ao do iOS 7.1.2: só podem usar o WhatsApp até 1º de fevereiro de 2020.

Segundo dados do Google, existem cerca de 6 bilhões de celulares no mundo que rodam com Android 2.3.7 ou uma versão anterior do sistema operacional.

© Getty Images Recomenda-se atualizar o celular e baixar a versão mais recente do sistema operacional disponível

Também conhecido como Gingerbread, o Android 2.3.7 foi lançado em dezembro de 2010 junto com o Nexus S, um smartphone fabricado pela Samsung. Seu sucessor, o Android 3.0 Honeycomb (ou “favo de mel”) foi lançado em fevereiro de 2011.

Se você quiser continuar usando o WhatsApp, será necessário atualizar seu sistema operacional.

Em que dispositivos o Whatsapp está disponível?

  • Android com sistema operacional 4.0 ou superior
  • iPhone com iOS 8 ou mais avançado
  • Windows Phone com sistema operacional 8.1 ou posterior
  • JioPhone
  • JioPhone 2

Fonte: WhatsApp/perguntas frequentes.

Confira 11 dos aplicativos mais polêmicos já lançados

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Conforme se populariza, a tecnologia vai mudando as formas como consumimos, trabalhamos, interagimos e, por que não dizer, vivemos. E poucos avanços tecnológicos provocaram tantas mudanças em nossas vidas quanto a internet e os smartphones.

Esse processo de mudança, no entanto, costuma ser bastante turbulento. Muitas das novas formas de consumir e interagir propiciadas pelos smartphones e pelos aplicativos entravam em conflitos com leis ou padrões sociais já existentes.

Vem então a polêmica. Alguns apps oferecem serviços descaradamente ilegais, outros entram em conflitos com padrões de comportamento estabelecidos na nossa sociedade, ou enfrentam os interesses de empresas poderosas, e por isso acabaram se prejudicando.

Independentemente do motivo, confira abaixo alguns dos aplicativos que causaram mais polêmica nos últimos anos.

Lulu

Reprodução

Quando foi lançado pela primeira vez no Brasil em 2013, o Lulu era um aplicativo só para mulheres que permitia a elas avaliar os homens com quem já haviam saído. Essa funcionalidade, aliada à exclusividade para mulheres, provocou a ira dos homens. O aplicativo foi alvo de processos e foi tirado do ar em 2014. Esse ano, porém, ele foi reformulado e logo voltará a estar disponível para smartphones, ainda voltado primariamente para mulheres mas com algumas funcionalidades para os homens.

Uber

A rixa dos taxistas com o Uber dispensa apresentações. O aplicativo, que oferece um serviço de motoristas particulares, concorre diretamente com eles – e não se sai mal, oferecendo carros mais novos e preços competitivos. Por outro lado, o Uber também enfrenta denúncias de não respeitar os direitos trabalhistas de seus motoristas, e chegou a ser proibido na Índia após um motorista estuprar uma passageria. Em São Paulo, já foi proibido, depois permitido de novo, e essa história promete ainda render bastante. Recentemente, o Olhar Digital comparou os dois serviços. Veja como foi.

Phone Story

Trata-se de um joguinho para iPhone que inclui quatro mini-games. Cada um deles representa uma etapa na cadeia produtiva de um smartphone, e todos são bastante perturbadores. Eles retratam trabalho infantil, condições degradantes de trabalhadores chineses e as consequências de problemas ambientais para os quais o mercado de smartphones contribui. Por esses otivos, o aplicativo foi banido da Apple Store horas após seu anúncio. Foi tempo suficiente para que 901 pessoas o comprassem, segundo os desenvolvedores.

Secret

Reprodução

A ideia do Secret, lançando no Brasil em 2013, era de permitir que as pessoas postassem anonimamente qualquer coisa, e lessem também outras postagens anônimas de usuários do aplicativo. E, como tantos outros serviços que oferecem anonimanto, o aplicativo acabou sendo usado para a propagação de discursos de ódio e de “bullying virtual”. Isso fez, primeiramente, que o aplicativo fosse proibido em alguns estados brasileiros; meses depois, porém, o próprio criador decidiu encerrar o aplicativo para encerrar a polêmica.

Who Is Happy

Criado por um brasileiro, o Who Is Happy é um aplicativo que mostra onde, na sua cidade, as pessoas estão fumando maconha. Os usuários podem fazer uma espécie de checkin quando estão “felizes” e o aplicativo registra sua localização (com precisão de 1km, para não por demasiadamente em risco sua privacidade). Com base nesses dados, ele também consegue mostrar quais são as regiões mais “felizes” da cidade e quais são os países mais “felizes” do mundo. A polêmica veio do fato de a venda de drogas ainda ser restrita por lei no Brasil. Apesar disso, ele ainda pode ser baixado para Android e iPhone.

Snapchat

O Snapchat não é, em si, polêmico: ele permite que os usuários compartilhem fotos e vídeos que só ficam disponíveis por alguns segundos e depois são apagadas até mesmo dos servidores da empresa – supostamente. A empresa já enfrentou acusações de não respeitar a privacidade das informações dos usuários e de divulgação de pornografia infantil após hackers vazarem uma grande quantidade de imagens e vídeos (que já deveriam ter sido apagados) de usuários do aplicativo. Desde então, ele passou a ser segmentado para maiores de idade e continua operando normalmente.

Bang With Friends / Down

O Bang With Friends estreou como um aplicativo para Facebook. Ele permitia que o usuário marcasse com quais pessoas da sua lista de amigos ele se disporia a ter um encontro sexual e, em seguida, mostrava aos usuários quais dos amigos que ele marcou também tinham marcado ele. Com isso, esses encontros se tornavam mais fáceis. Os problemas começaram quando uma falha de segurança do aplicativo permitiam que usuários da rede social vissem quais de seus amigos o estavam utilizando. Desde então, o aplicativo mudou de nome para Down, migrou para iOS e Android e foi reformulado para se parecer mais com o Tinder.

Rastreador de namorado

“Faça seu namorado levar um espião no bolso”. É assim que o Rastreador de namorado descreve o seu serviço. Ao ser instalado no smartphone de outra pessoa, ele pode ser configurado para enviar a outro smartphone dados sobre toda a atividade daquele dispositivo, tais como “cópia de SMS” e “Registro de chamadas”. Além disso, o smartphone com o aplicativo instalado também é capaz de transmitir sua localização para o número configurado sem que o dono do aparelho fique sabendo. Embora ele informe que só deve ser instalado “com o consentimento de seu parceiro”, é fácil imaginar que as coisas nem sempre sejam assim tão simples. O aplicativo foi banido tanto da loja do Google, mas mesmo assim ainda pode ser encontrado pela internet.

LeiSeca Maps

Quando foi lançado, o Waze causou alguma polêmica porque permitia que os usuários vissem onde estavam ocorrendo as blitze da polícia e as evitassem. O Waze ainda possuía muitas outras funcionalidades, mas o LeiSeca Maps não. O objetivo principal dele é permitir que os usuários compartilhem a localização de batidas policiais durante a noite. Com isso, os motoristas que beberam antes de sentar diante do volante poderiam evitar os policiais. Apesar da controvérsia, ele ainda está disponível tanto na Apple Store quanto na Google Play.

SkipLagged

O SkipLagged tem como objetivo ajudar seus usuários a encontrar passagens de avião mais baratas. Ele faz isso aproveitando as escalas dos vôos, selecionando vôos que possuem poucos assentos vagos e que saem em pouco tempo (e que, por isso, acabam sendo bem mais em conta). Contudo, algumas empresas de aviação, como a United Airlines, viram no serviço uma espécie de “fraude” contra seus negócios, e processaram o criador do aplicativo. Felizmente para quem gosta de economizar dinheiro na hora de comprar passagens, o processo foi arquivado em maio desse ano.

99 Models

Reprodução

Caso não tenha ficado claro, o “Models” do nome do aplicativo é um eufemismo para acompanhantes, ou garotas de programa (ao que parece, o aplicativo só oferece garotas, e não garotos). Usuários podem selecionar as acompanhantes a partir de uma espécie de menu e usar o aplicativo para combinar encontros e preços com elas. Independente da perspectiva sob a qual se olhe o aplicativo, é difícil discordar de que se trata de uma ferramenta que facilita a prostituição, o que faz com que seu status legal seja bastante questionável.

Apple corta o preço de 100 aplicativos na App Store

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Para tentar impulsionar a venda de aplicativos na App Store, a Apple lançou a promoção “100 apps & games at new low prices”. Na tradução literal, são 100 aplicativos e games que ganharam preços mais baixos para venda online.

A promoção abrange grandes títulos que fizeram sucesso no sistema iOS com preço único: US$ 0,99 – uma estratégia bem conhecida da empresa de Tim Cook. Levando em conta que alguns dos aplicativos disponíveis são vendidos fora da promoção a cerca de US$ 5.

Ou seja, vale a pena dar uma fuçada na lista, quem sabe aquele tão almejado aplicativo, mas que custava os olhos da cara, agora possa caber no seu bolso – literalmente.

Entre os aplicativos em promoção por US$0,99 estão o Pixelmator, um bom editor de imagens para iPad que custa em média US$ 5, o Facetune, um editor de selfies que também beira a casa dos US$ 5, Angry Birds, Real Racing 2, o jogo premiado LIMBO e o lançamentoGoat Simulator (originalmente vendido a US$ 5 também) para iPhone.

Clique aqui para acessar a App Store no smartphone e confirir a nova promoção da Apple.