Entenda a diferença entre os processadores da Intel: i3, i5, i7 e i9

20180711181931_1200_675_-_intel_core_i3_i5_i7_i9_processadores

Tire todas as suas dúvidas sobre a principal linha de chips da Intel

Intel Core i3, i5, i7, i9, Celeron, Pentium… a nomenclatura dos processadores da Intel não conhece limites. Há tempos a maioria das grandes fabricantes de PCs optam por usar processadores da Intel em seus produtos, mas, para o público menos inserido nesse mercado, é difícil entender a diferença entre os modelos apenas pelo nome.

Especialmente quando se está tentando comprar um novo PC ou montar seu próprio computador pela primeira vez. Não faltam opções de configurações no mercado, e nem sempre é fácil distinguir entre muitas delas. Escolher um processador, que é um dos principais componentes, pode ser desgastante.

Nem sempre o mais caro é o melhor, por isso é importante entender as diferenças entre esses processadores. Pois então, vamos lá.

O que você precisa saber

A linha mais famosa da Intel é a que dá título a este artigo: Intel Core. Se você quer uma explicação curta para a diferença dos números, aí vai: o i3 é o mais básico, o i5 é intermediário, o i7 é mais completo e o i9 é o top de linha. Quanto maior o número, mais poderoso é o componente.

20180711055552

Você se engana, porém, se pensa que o assunto morre aqui. Nem todo mundo precisa pagar mais caro em um PC com Intel Core i9 só porque este é o melhor processador. Tudo depende do seu perfil e do que você pretende fazer com seu computador.

O segredo está nas entrelinhas: um i3 normalmente vem com dois ou quatro núcleos de processamento, enquanto os i5 e i7 vêm com até seis ou oito, e o i9 ultrapassa todos os limites com até 18 núcleos. Quanto mais núcleos, mais tarefas o processador pode executar ao mesmo tempo.

A velocidade com que esse processamento é executado também faz diferença: um i3 mais moderno, de oitava geração, por exemplo, pode funcionar a 3,6 GHz. Já um i5 de oitava geração pode chegar a 4,3 GHz no modo “turbo”; um i7 pode fazer 4,7 GHz e um i9 pode alcançar até 4,8 GHz de frequência.

Contudo, é possível encontrar um modelo de notebook com processador Intel Core i3 mais barato do que um outro PC que também usa Intel Core i3. Ou um i5 mais caro e mais rápido que um i7. Como explicar essa diferença? É disso o que vamos falar a seguir.

Gerações

A Intel começou a fabricar essa família de processadores em 2010. De lá para cá, a empresa já lançou oito gerações de Intel Core i3, i5 e i7 e duas do i9. Isso significa que é possível encontrar, em uma mesma loja, um PC com um i3 de quinta geração e outro com um i3 de sexta geração.

Isso explica, pelo menos em parte, por que dois PCs com um processador i3 podem ter performances e preços diferentes. Naturalmente, quanto mais novo, melhor é o processador, o que significa que um i3 de sétima geração certamente é melhor que um i3 de quinta geração.

Mas como saber qual a geração do chipset que estamos comprando? É aqui que entra aquele estranho número que a Intel coloca logo depois do i3, i5, i7 ou i9. É ele o que, normalmente, determina quão novo é aquele modelo. Um processador identificado como Intel Core i3-5XXX pertence à quinta geração, enquanto um i3-6XXX pertence à sexta – e assim por diante.

20180711055923
20180711060012

É possível encontrar modelos diferentes dentro de uma mesma geração, porém. Nesse caso, melhor é aquele que tem o número de identificação mais alto. Um Intel Core i3-6167 é melhor do que um i3-6100 porque, afinal de contas, 6167 é um número mais alto do que 6100, mesmo que ambos sejam da sexta geração.

U, Y, T, Q, H e K

Para complicar ainda mais o que já é complicado, a Intel coloca uma ou duas letras depois de toda essa numeração. São os chamados “sufixos”: U, Y, T, Q, H ou K. Às vezes, mais de uma dessas letras aparecem. E, sim, elas também fazem a diferença entre os modelos de processador.

Três delas têm a ver com quanto seu PC vai pesar na conta de luz. A letra U significa “Ultra Low Power”, o que significa que esse modelo consome menos energia; Y representa “Low Power”, que ainda consome pouco, mas mais do que o U; e T indica “Power Optimized”, para um consumo de energia mediano.

Já as outras três letras têm especificações mais brandas. A letra Q representa “quad-core”, isto é, quando o processador tem quatro núcleos; a letra H está ali para identificar “High-Performance Graphics”, quando o chip vem com uma boa GPU integrada; e K representa “Unlocked”, o que significa que o processador pode ir além de sua velocidade pré-determinada através de um overclock.

Portanto, se você se deparar com um notebook que diz na embalagem que vem com um processador Intel Core i5-5200U, você já sabe que ele usa um modelo intermediário de quinta geração e com um nível de consumo de energia mais baixo. Já um Intel Core i7-6920HK é um modelo top de linha de sexta geração, com uma competente GPU integrada, e é capaz de ir além da sua velocidade pré-determinada de clock.

Eis um dicionários simples para cada sufixo:

  • K – “Unlocked”, significa que o processador pode ir além de sua velocidade pré-determinada através de um overclock;
  • G – Inclui placa de vídeo integrada (apenas para laptops);
  • U – “Ultra Low Power”, ou baixo consumo de energia (apenas para laptops);
  • T – “Power-optimized”, economiza energia, mas não tanto quanto o modelo U;
  • H – “High performance graphics”, inclui placa de vídeo integrada um pouco melhor que o modelo G;
  • Y – “Extremely low power”, economiza ainda mais energia do que o modelo U;
  • Q – “Quad-core”, ou simplesmente “quatro núcleos”;
  • M – “Mobile”, modelo exclusivo para laptops;
  • C – Possui opção de overclock, soquete LGA 1150, placa de vídeo integrada básica;
  • R – Processor de desktop baseado no soquete BGA 1364 com placa de vídeo integrada avançada;
  • S – Otimizado para performance;
  • X – “Extreme Edition”, performance melhorada.

Confira dicas de equipamentos simples de usar e que podem melhorar muito a segurança patrimonial da sua empresa

O investimento em segurança é uma necessidade para todas as empresas. Isso porque, não importa o setor ou o tamanho da empresa, todo negócio conta com alguma informação ou recurso importante, que precisa ser protegido. Estoque de produtos, equipamentos caros e sensíveis, documentos sigilosos ou registros financeiros são apenas alguns exemplos de recursos que precisam de atenção.

Como não é possível para o dono da empresa acompanhar tudo o que acontece no seu negócio, e nem dá para impedir totalmente a circulação de funcionário e clientes pelo ambiente, é preciso investir em equipamentos e soluções de segurança que reduzem os riscos.

Confira a seguir algumas opções de tecnologias que não exigem grandes investimentos e que podem ajudar empresas de todos os tamanhos a melhorar sua segurança patrimonial.

Câmeras IP: Monitoramento de ponta

Em lugares comerciais com alta circulação de pessoas, como lojas e supermercados, é comum a instalação de câmeras de monitoramento.  Esse tipo de aparelho é o mais tradicional na construção de sistemas de segurança e, além de registrar as imagens do ambiente, também ajuda a impedir a ação de bandidos, que ficam mais cautelosos quando sabem que estão sendo filmados.

Nos últimos anos, as câmeras têm ganhado novas funcionalidades com o avanço tecnológico. Os últimos modelos disponíveis no mercado são mais simples de instalar, não exigem grandes obras no espaço da empresa, como a abertura de paredes, por exemplo. As mais modernas, como as câmeras IP, precisam apenas de um cabo de rede para funcionar, pois além dos dados que trafegam por eles, esses cabos também fornecem a energia para o funcionamento dos aparelhos.

Empresas de segurança e tecnologia, como a Intelbras, oferecem linhas de câmeras IP voltadas para as necessidades de pequenas e médias empresas. Os modelos CFTV IP das séries 1000 e 3000 captam e transmitem imagens em alta definição, com bons resultados, inclusive, em ambientes pouco iluminados. Além disso, essas câmeras não precisam estar cada uma conectada a um gravador de vídeo digital. Basta uma conexão com a internet para configurar a transmissão e o armazenamento dos vídeos.

Wi-Fi independente e de alto desempenho

Para funcionarem corretamente, os equipamentos de monitoramento baseados em rede precisam estar com uma conexão de qualidade. Por isso, é importante que a rede à qual os aparelhos estão conectados não seja a mesma utilizada na operação do negócio, muito menos a rede liberada para acesso dos clientes. Isso porque, com uma rede independente, além de garantir mais segurança para os dados que circulam no sistema, também se evita a lentidão que pode ser gerada caso muitos aparelhos acessem a rede ao mesmo tempo.

Por exemplo, um dos produtos da Intelbras que evita esses problemas é o Access point corporativo AP 1210 AC. O aparelho tem capacidade para criar até 16 redes de wi-fi independentes, com suporte para até 200 dispositivos conectados ao mesmo tempo, sem causar nenhuma lentidão na conexão dos usuários. Uma ótima opção para as empresas que já têm um número razoável de funcionários ou de clientes que circulam pelo espaço, mas que não precisam de uma rede muito robusta.

Controle de acesso

A movimentação de pessoas em áreas restritas da empresa é um ponto que precisa de especial atenção. Nesse caso, mais que monitorar o espaço, é preciso investir em equipamentos mais diretos, que fazem o controle do acesso, como uma fechadura digital.

O funcionamento das fechaduras digitais é simples e eficiente. Elas delimitam as áreas às quais funcionários ou clientes têm acesso, pois esses espaços só podem ser alcançados por quem souber as senhas da fechadura, ou tiver em mãos um cartão de acesso ou tiver feito o cadastro biométrico.

As fechaduras digitais podem ser aplicadas em portas de correr, de vidro ou de madeira, aproveitando a mesma furação já existente. Para evitar qualquer problema com oscilações de luz, elas são alimentadas por pilhas, assim não dependem do fornecimento de energia das companhias elétricas. E há ainda um sistema de monitoramento da carga, que emite alertas sonoros e visuais uma semana antes da energia das pilhas acabar.

Vale destacar que para empresas maiores, que demandam níveis de segurança mais elaborados, existem soluções ainda mais robustas, como controladores de acesso que utilizam, inclusive, reconhecimento facial.

Sensores de presença para iluminação

Os sensores de presença para iluminação são aparelhos que acionam automaticamente as lâmpadas de uma determinada área quando detectam o movimento de qualquer corpo, seja ele de pessoas, animais de médio e pequeno porte ou grandes objetos. Esse reconhecimento é feito por meio de um sensor infravermelho, capaz de interagir com variações de calor no espaço monitorado.

Esses aparelhos são úteis por terem dois resultados: contribuem para reduzir o consumo de energia da empresa, pois garantem o acionamento da iluminação apenas quando há uma pessoa presente no local, e ajudam a melhorar a segurança do espaço. Afinal, inibem a ação de invasores ao detectar a presença e aumentar a área iluminada do ambiente.

Sistema de Alarmes e Sensores

Além de se preocupar com o monitoramento do espaço e com o acesso a zonas sensíveis da empresa, também é preciso contar com um sistema eficiente de alarme. Eles são essenciais para impedir invasões e tentativas de dano ao patrimônio da empresa.

Entre as opções mais práticas para isso estão as centrais de alarme. Elas podem ser monitoradas ou não. As monitoradas são mais caras, mas oferecem um sistema de conexão direta com empresas terceirizadas de vigilância que podem acionar a polícia ou uma equipe de segurança para verificar eventuais disparos do alarme. Já os sistemas não monitorados podem ser controlados por meio de aplicativos, que permitem o acesso às imagens das câmeras, por exemplo.

As centrais de alarme são conectadas a sensores que detectam invasões por meio de tecnologias capazes de identificar abertura de portas e janelas, deslocamento de massa ou ondas de calor. Também existem no mercado sensores que emitem barreiras de luz infravermelhas, que são invisíveis a olho nu e que disparam quando interrompidas por algum corpo ou objeto estranho.

Energia sem interrupções

Mais do que investir em equipamentos de segurança, como câmeras e sensores de presença, é importante estar atento para o fornecimento de energia para os dispositivos. Para garantir um bom sistema de segurança, é preciso que os equipamentos recebam energia contínua e de qualidade. Neste caso, é muito importante que toda empresa tenha nobreaks compatíveis com o número de equipamentos que devem permanecer ligados em caso de queda de energia.

O nobreak é um equipamento de segurança elétrica capaz de fornecer energia a um sistema por um certo tempo. Em situações de emergência, como por exemplo um apagão causado por uma tempestade, este aparelho garante que produtos como câmeras, controles de acesso, rede entre outros continuem em funcionamento.

Um fator importante e essencial para qualquer empresa são as versões de nobreaks mais modernas que protegem equipamentos como por exemplo, data center e sistema de segurança, contra danos causados por variações de tensão e desligamento.
Fonte: https://olhardigital.com.br

 

Como resolver erro de perfil temporário no Windows 10

Se toda vez que iniciar o Windows 10, o sistema fazer o login com um perfil temporário, isso pode ser um problema no registro do Windows. Veja como resolver neste tutorial.

Resolver erro de perfil temporário no Windows 10

É preciso primeiro efetuar o logon com uma conta de usuário com a qual não tenha o problema, caso não haja outra conta de usuário, crie uma nova a partir do painel Família e outros usuários, localizada no painel Configurações do Windows 10.

Navegue até o local onde os dados da conta de usuário estão armazenados. O local padrão é em C:\users\*NOMEDOUSUÁRIO*. Caso não saiba o local exato, abra o explorador de arquivos e digite %SystemDrive%\Users\no caminho. Faça um backup de todos os dados, seja para um HD externo ou outra parte do computador, e exclua a pasta.

 

Abra o Editor de registro do Windows, há duas maneiras de fazer isso. A primeira é digitar regedit no Executar  (Windows+R).

 

Já a segunda é digitar regedit na Busca do Windows (Windows+S)

Nele, navegue até a seguinte pasta: HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\ProfileList
Dentro de ProfileList, haverá uma série de pastas com números como “S-1-5-21-83980542-2011529976-4058070669-1010”. Clique nela e localize o valor ProfileImagePath. Ele apontará para a pasta do usuário a qual a chave está relacionada. Por exemplo, a chave na imagem abaixo refere-se ao perfil nome-do-usuario, um dos perfis criados no computador para o tutorial.

Verifique agora a existência de uma pasta com o mesmo valor, mas com um final “.bak”. Exemplo: S-1-5-21-83980542-2011529976-4058070669-1010.bak

Clique com o botão direito do mouse sobre ela e escolha Excluir. Após feito, reinicie o computador e o problema será resolvido. Caso não esteja, é recomendável criar um tópico no fórum.

Seu Moto G desliga sozinho? Saiba o que fazer

MotoG

Alguns usuários do Moto G de segunda geração relatam um problema que faz com que o aparelho reinicie sozinho. Em alguns casos, o bug se torna tão grave que o dispositivo repete o procedimento continuamente.

Algumas soluções simples para corrigir oa falha foram encontradas pelos próprios usuários. Uma delas é deixar que o dispositivo esgote a própria bateria. Feito isso, basta carregá-lo até a carga completa. O problema deve então deixar de acontecer.

Outra maneira encontrada para contornar o erro envolve desligar as configurações de data e hora do dispositivo. Para isso, vá em “Configurações”, em seguida, sob a aba “Sistema”, em “Data e Hora”, e desmarcar as duas primeiras opções (que estarão, por padrão, marcadas).

A página de suporte da Motorola para o smartphone também oferece uma série de soluções para o bug. Algumas delas sugerem atualizar o sistema, apagar aplicativos recém-instalados (já que podem ser eles os responsáveis pelo problema) e até iniciar o dispositivo em modo de recuperação.

Para visualizar as soluções, basta acessar a página e selecionar a opção “ligar” e, em seguida, “meu telefone desliga ou reinicia”.

Truque coloca rádio do Apple Music no Android

beatsmusicdrdre1_1020.0

Com o lançamento do Apple Music, a empresa da maçã também disponibilizou a Beats 1, rádio que opera de forma ininterrupta dentro do serviço de streaming.

Quem tem aparelho com Android também poderá usar o Music, mas como o aplicativo ainda não foi lançado não é possível conferir a programação da rádio. Mas o The Next Webdescobriu um lugar de onde está sendo feita a transmissão da Beats 1. Basta acessar este link e conferir o que os donos de iPhone já têm em mãos.

A Apple costuma ser rápida no trato com infrações, então pode ser que o link deixe de funcionar em breve. Então restará esperar até o surgimento do próximo ou pelo lançamento do app oficial do Android, que também não deve demorar para sair.

7 dicas importantes para escolher um HD externo

goflex-family-hi

Um HD externo pode ser útil para uma variedade de situações. Por exemplo, caso você sinta necessidade de aumentar a capacidade de armazenamento do seu computador, mas não se sinta à vontade para abri-lo e conectar um novo HD à placa-mãe. Ou caso você queira guardar seus filmes, músicas e fotos em outro lugar, de forma a deixar mais espaço para outros arquivos na sua máquina.

Outra possibilidade, ainda, é se você costuma transferir grandes quantidades de arquivos volumosos entre diversas máquinas. Ou, ainda, se você quiser criar um bakup do seu computador e poder levá-lo com você onde quer que você vá.

Os usos que podem ser feitos de um HD externo são diversos, e isso se reflete na grande quantidade de opções disponíveis no mercado. Pensando nisso, citamos abaixo os sete fatores que você deve considerar na hora de comprar um HD externo. Esperamos que eles te ajudem a escolher o dispositivo mais adequado para o seu padrão de uso!

Tipo de HD externo

Os HDs externos existentes no mercado podem ser divididos, basicamente, em dois tipos: os HDs externos de mesa (desktop-style) e os HDs externos portáteis (notebook-class). Os de mesa costumam ser maiores, mais pesados (portanto menos portáteis) mas mais rápidos e com mais capacidade (podendo chegar a mais de 10TB nos mais caros), e alguns deles exigem um adaptador de força – ou seja, além de conectá-los via USB, é preciso também ligá-los numa fonte de energia. Os portáteis, como o nome indica, são menores e mais leves, mas possuem capacidade menor (em geral até 2TB) e velocidade de transferência um pouco menor também.

O uso que você pretende fazer do HD externo vai determinar qual tipo é mais adequado. Os de mesa são difíceis de se levar por aí, então eles provavelmente serão mais úteis para expandir a capacidade de um desktop que usa muitos dados, para manter um backup atualizado de arquivos grandes e sensíveis ou para criar uma espécie arquivo ou repositório digital de fotos, vídeos e músicas, por exemplo.Um tipo uso adequado para esses HDs seria para expandir a capacidade de armazenamento de uma ilha de edição.

Agora, se você pretende levar o seu HD externo para lá e para cá, trocando arquivos com diversos computadores, sem dúvida um HD portátil será mais eficiente. O sacrifício de espaço de armazenamento e de velocidade de transferência valem a portabilidade e a conveniência de us que você ganha com HDs desse tipo.

Conexões

Reprodução

A velocidade de transferência de dados entre seu HD externo e os computadores aos quais você o conectar será determinada, em grande parte, pelo tipo de conexão que você usa. Atualmente, a maioria dos HDs externos possuem pelo menos conexões USB 3.0, que prometem taxas de transferência de até 5 Gbps (cerca de 625 MB/s, embora, na prática, velocidades de cerca de 200 MB/s sejam mais comuns).

Alguns deles possuem outros tipos de conexões mais rápidas ainda, como USB 3.1, Thunderbolt ou eSATA. Alguns HDs externos de mesa possuem também sinal WiFi, e permitem que você se conecte a eles via internet sem fio para enviar dados para ele (ou receber dados dele). Essas outras opções de conectividade, no entanto, costumam se traduzir num preço um pouco mais salgado. Mas, em alguns casos, o investimento extra pode valer a pena.

São poucos os HDs externos que ainda possuem apenas conexões USB 2.0, e eles só valerão a pena se o preço for consideravelmente menor (e se você não se incomodar esperar). Isso porque, como se trata de um dispositivo usado para transferir grandes quantidades de dados, uma conexão mais lenta fará uma enorme diferença.

Vale lembrar que só será possível aproveitar as conexões do HD externo se os computadores aos quais você for conectá-los também tiverem conexões desse mesmo tipo! Caso você pretenda usar seu HD externo majoritariamente com um computador que só possui portas USB 2.0, conexões mais rápidas que essa no HD não poderão ser aproveitadas.

Velocidade

Quando se trata de HDs externos, a velocidade e as conexões são questões separadas. Por conexões, entendemos a capacidade que o HD tem de transferir arquivos para outras máquinas (e receber arquivos de outras máquinas). Quando falamos de velocidade, porém, nos referimos à agilidade com a qual o HD é capaz de acessar dados contidos nele mesmo.

Essa característica costuma ser medida em medida em RPMs, assim como nos HDs internos, e, grosseiramente, quanto mais RPMs, mais rápido o HD. Esse valor costuma girar entre 4200 RPM nos mais lentos e 10000 RPM nos mais rápidos (se bem que velocidades superiores a 7200 RPM, no geral, só poderão ser aproveitadas com conexões mais rápidas que o USB 3.0).

Essa questão é especialmente importante para HDs externos de mesa. Como eles costumam ficar ligados sempre a uma mesma máquina, não faz sentido transferir os dados dele para o computador antes de acessá-los. Um HD com boa velocidade funcionará quase como um HD interno do seu computador, e lhe permitirá acessar rapidamente todo o conteúdo dele.

Aqui também vale lembrar que a conexão do HD com o seu computador pode ser um gargalo. Se você ligar um HD externo de 10000 RPM ao seu computador via USB 1.1, por mais que o HD externo consiga ler os dados muito rapidamente, ele só conseguirá enviá-los ao computador numa taxa muito pequena. Nesse caso, a alta velocidade acabará se perdendo no caminho.

Capacidade

HDs externos portáteis em geral possuem capacidades de até 2 TB, embora algumas fabricantes ofereçam modelos um pouco maiores (e mais caros). Quanto maior a capacidade do HD portátil, maior será, também, seu preço. Mas a relação capacidade X preço não é direta: um HD portátil de 2GB não custará o dobro do preço de um de 1TB. Por esse motivo, se dinheiro não for um fator limitante, vale a pena investir no maior.

Caso contrário, procure algo que atenda às suas necessidades. Se você não costuma movimentar arquivos maiores de 10GB e não faz questão de manter muitos arquivos armazenados ao mesmo tempo, pode ser mais eficiente comprar um pendrive de grande capacidade do que investir num HD externo. Por outro lado, se você quer guardar toda a sua vida digital em um só dispositivo, pode valer a pena sacrificar a portabilidade em nome de uma capcidade de armazenamento maior e investir em um HD externo de mesa, que pode chegar a mais de 10TB de capacidade – embora ele venha com um preço adequado a seu tamanho.

Compatibilidade

É necessário prestar atenção também ao sistema operacional do(s) computador(es) a que você pretente conectar o seu HD externo. Windows e Mac trabalham com sistemas de arquivo diferentes (NTFS e HFS+ respectivamente), e por esse motivo, a maioria dos fabricantes oferece models específicos para cada plataforma. Os softwares de backup e guias de uso que costumam vir com os HDs externos também são pensados para um dos dois sistemas operacionais, então isso também deve ser considerado.

Os Macs até conseguem ler arquivos de um HD em NTFS mas, nativamente, não conseguem gravar arquivos neles. Será necessário instalar um programa separado no seu Mac, como oNTFS-3G, caso você pretenda usar o mesmo HD para transferir arquivos de um sistema para o outro. Caso essa seja uma questão crucial para você, talvez valha a pena pesquisar algum serviço de armazenamento na núvem que permita contornar essa dificuldade.

Para usuários de Linux, todos os HDs externos compatíveis com Windows devem funcionar normalmente. No caso de HDs voltados para Mac, pode ser melhor conferir com a loja antes de comprar.

Segurança

Alguns HDs externos oferecem opções de criptografia baseadas em software ou hardware. Se a proteção dos dados contidos no HD externo é algo essencial, o mais adequado é investir em um dispositivo que possua criptografia baseada em hardware.

A diferença entre a criptografia baseada em hardware e em software é que a criptografia baseada em software utiliza os recursos do computador ao qual ela se conecta para codificar os dados. Assim, um aparelho com esse tipo de proteção será apenas tão segura quanto o computador ao qual ela está conectado.

HDs com criptografia baseada em hardware, por outro lado, possuem em sua arquitetura um chip dedicado à codificação das informações contidas nele. Com isso, não ficam à mercê da máquina à qual se conectam. O chip dedicado também impede que a segurança dos dados atrapalhe o desempenho do HD na hora de transferir dados.

SSDs externos

Assim como existem HDs internos e externos, existem SSDs internos e externos também. Os SSDs externos oferecem os mesmos benefícios em relação aos HDs que suas versões internas: são mais rápidos, mais leves e mais resistentes a choques. Oferecem também a mesma grande desvantagens: são muito mais caros.

Quando se trata de um dispositivo de armazenamento interno, o preço elevado do SSD é compensado pela velocidade muito superior dele, que será traduzida num desempenho muito mais rápido do seu PC. Mas, em se tratando de dispositivos externos, essa vantagem não aparece tanto: a velocidade superior do SSD provavelmente esbarrará em algum gargalo, como a velocidade da conexão por meio da qual ele se liga à sua máquina. A não ser que você possua uma conexão de ponta, como a Thunderbolt, a difrença entre um HD externo e um SSD externo dificilmente será visível.

Assim, via de regra, é melhor ter um SSD dentro do seu computador do que fora dele, a não ser que você possua conexões de ponta e não se incomode com o considerável investimento a mais que isso acarretará.

10 dicas para fazer seu PC funcionar mais rápido

011846725-worried-businessman-computer

O passar dos anos normalmente é cruel com os computadores, principalmente os com Windows. É normal eles perderem desempenho e tarefas que antes pareciam triviais começarem a demorar uma eternidade para serem concluídas.

Há algumas soluções que podem ajudar a acelerar o desempenho do seu computador que parece estar nos últimos dias. Veja algumas sugestões, baseados em lista publicada pelo Business Insider:

Execute programas de limpeza com frequência

O CCleaner é um dos melhores programas para realizar essa tarefa, limpando o cache e arquivos temporários de vários aplicativos no seu computador, o que pode fazer uma baita diferença no desempenho.

Remova efeitos visuais desnecessários

Se você usa o Windows 7, deve estar familiarizado com o tema Aero, cheio de transparências. Apesar de bonito, ele consome muitos recursos do computador, e, a longo prazo, pode começar a contribuir para sua lentidão.

Para removê-lo, clique com o botão direito na área de trabalho e selecione “Personalizar”. Pressione “Cor da janela” e desmarque a opção “Habilitar Transparência”.

Atualize seu antivírus

Sempre existe a chance de algum vírus ou malware estar causando problemas no seu computador. Atualizar seu software de segurança pode colaborar para eliminar a praga e aliviar a carga sobre o seu computador. É recomendável agendar rastreamentos semanais para que novas ameaças sejam detectadas antes de fazer estrago na máquina.

Reduza o número de programas executados logo ao iniciar o PC

Se o processo de inicialização do Windows está demorando muito, pode ser que o número de programas que automaticamente se abrem junto do sistema operacional esteja alto demais.

É possível ajustar isso. Para isso, entre no menu iniciar e procure por “msconfig” na barra de buscas. Execute o programa e entre na aba “Inicialização de programa”, onde haverá uma lista dos softwares que são ativados junto do Windows. Você pode desmarcar aqueles que considerar desnecessários.

IMPORTANTE: Se não souber para que serve qualquer item da lista, não mexa nele. Ele pode ser importante para o Windows, e desativá-lo pode danificar o sistema.

Descubra quais processos estão sugando seu computador

Ao pressionar o atalho Ctrl+Shift+ESC, o Gerenciador de Tarefas do Windows será exibido. Entre na aba “Processos” e veja se há algo utilizando memória RAM demais. Se houver algum item que não deveria estar ali, você pode selecioná-lo e pressionar “Finalizar Processo”. Em casos mais extremos, você pode até mesmo desinstalar o programa.

Se houver algum processo que você desconheça na lista, tente procurar por ele no Google para saber se você pode encerrá-lo ou como desinstalá-lo do seu computador.

Se o problema é o navegador, limpe o cache

Se a navegação está lenta, o problema pode ser no tanto de lixo que o seu navegador acumulou ao longo de anos de uso. Tente entrar nas configurações de seu browser e, normalmente na janela de “Limpar dados de navegação” há a opção para esvaziar o cache.

Reinicie o PC com frequência

Quando sua máquina fica ligada constantemente, alguns programas acabam usando mais memória do que precisam. Reiniciar a máquina soluciona estes problemas que possam estar ocorrendo no plano de fundo da máquina.

Ao reiniciar o PC, também podem ser instaladas novas atualizações que solucionem os problemas que você está tendo com a máquina.

Se nada der certo, reinstale o Windows

A famosa “formatação” permite limpar vírus e zerar todas as configurações do sistema, para que ele volte a funcionar como novo. Lembre-se de fazer backup do que for importante para você antes de fazer isso.

Coloque a mídia de instalação do Windows, reinicie o PC e siga as instruções que aparecem na tela. O processo pode ser bastante demorado. Se não se sentir confiante para fazer isso, procure um técnico ou alguém que possa ajudar.

Ou então coloque a mão no bolso e…

Compre mais memória RAM

Pentes novos de memória RAM não custam muito caro e fazem toda a diferença no desempenho do computador, principalmente com relação a realização de multitarefa. Não é muito difícil instalar um pente novo na máquina.

Troque seu HD por um SSD

Essa solução é um pouco mais cara, porque infelizmente os drives SSD ainda são mais custosos que os discos rígidos comuns, mas faz toda a diferença. A memória flash faz com que tudo seja iniciado com mais agilidade, incluindo o Windows. O processo de inicialização que parecia durar vários minutos pode ser reduzido a alguns segundos.

3 dicas para manter uma nova empresa saudável

20140627163701_660_420

De acordo com o perfil empresarial brasileiro publicado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), entre janeiro e junho de 2014 foram abertas 240,2 mil empresas no Brasil. Mas para continuarem no mercado e aumentarem seu desenvolvimento, as novas empresas precisam lidar com dificuldades.

1. Utilize um bom sistema de gestão

“A escolha de um sistema de gestão mais completo, que inclui um controle e planejamento financeiro, pode ajudar muito nesta questão da sobrevivência da empresa. Com um sistema de gestão é possível fazer um fluxo de caixa eficiente, com o acompanhamento adequado das entradas e saídas da empresa. Isso pode evitar problemas graves e até uma eventual falência, já que o descontrole do fluxo de caixa é um dos fatores apontados pelo SEBRAE como um dos principais erros de quem acaba fechando uma empresa”, explica Tibério César Valcanaia, diretor técnico da empresa de softwares de gestão myrp.

2. Controle o fluxo de caixa

O ideal é que o fluxo de caixa seja elaborado dentro do sistema de gestão, para que possa ser atualizado automaticamente e integrado com todas as operações da empresa. Também é importante que o sistema mostre a previsão de gastos e recebimentos a médio e longo prazo, para que se consiga ter uma visão mais clara da sustentabilidade do negócio.

3. Entenda o mercado

Para sobreviver, é preciso ainda que a empresa conheça bem a sua concorrência. Essas informações podem ser obtidas através da análise SWOT (sigla em inglês para “Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças). Durante o processo são identificados os pontos fortes e fracos da companhia, as oportunidades de mercado e possíveis ameaças, como concorrentes, indicadores socioeconômicos e o público alvo. “Isso certamente ajuda a entender o posicionamento da marca, seus produtos e serviços, além de servir como ponto chave para o planejamento estratégico”, explica Valcanaia.