Flash deve parar de funcionar por padrão no Chrome até o fim do ano 2020.

Com o tempo, mais pregos vão sendo colocados no caixão do Flash. O Chrome, sozinho, deve colocar mais uns dez. Isso porque o buscador planeja desativar o plugin por padrão ainda este ano.

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Apesar de impactante, a decisão não deve matar o Flash de vez no Chrome. Quando algum conteúdo dependente do plugin estiver na página, o navegador deve alertar o usuário e ele poderá ativar o software. Além disso, os dez sites que mais usam Flash ficarão numa whitelist por um ano, o que inclui Facebook, YouTube, Yahoo, Live, Twitch e Amazon, além da rede social russa VK.

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A decisão não chega a ser surpresa, vide as inúmeras falhas de estabilidade e segurança do Flash. Ainda assim, é uma notícia bem importante quando consideramos a presença de 77% do Chrome entre os navegadores no Brasil. Os principais sites, no entanto, já trocaram ou estão trocando o conteúdo em Flash faz tempo, como o Facebook, YouTube e Twitch, que recorreram ao HTML5.

Quando desativado por padrão, o Flash deve oferecer risco de segurança mínimo (ou nenhum) ao usuário. Esta apresentação do Google também mostra que o plugin não será listado na API do navegador; é como se ele fingisse que o Flash não estivesse instalado. Se a segunda opção do site for um conteúdo em HTML5, ele será exibido e o Flash não será acionado.

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Se você já quiser ver o fim do Flash no seu navegador, já é possível desativá-lo por padrão. Basta ir em nas configurações do navegador, mostrar configurações avançadas e na aba Privacidade > Configurações de conteúdo > Deixe-me escolher quando executar o conteúdo do plug-in, logo abaixo de Plug-ins. Quando houver conteúdo em Flash, o Chrome irá te avisar e pedir para você atualizar a página caso queira vê-lo.

É importante notar que alguns detalhes menores podem mudar. O Google provavelmente vai substituir o termo “plug-in” por Flash Player tornar a opção mais intuitiva ao usuário — e devem vir opções como “nunca rodar conteúdo em Flash”. No futuro, o controle deve funcionar mais ou menos como o Java, em que o usuário pode permitir que determinados sites rodem o complemento.

O Chrome é um dos poucos navegadores que já têm o Flash instalado por padrão. Essa abordagem permite que o navegador controle as atualizações mais facilmente e evite que falhas antigas afetem os usuários, mas aumenta o consumo de bateria. Faz algum tempo que o Chrome carrega “inteligentemente” o Flash, desabilitando conteúdo desnecessário para preservar o desempenho. Agora, o Google dá um passo adiante para matar de vez a ferramenta.

Com informações: The Verge.

GOOGLE ACABA DE TRANSFORMAR O TEU CELULAR NA VARINHA MÁGICA DO HARRY POTTER

Basta dizer alguns feitiços da saga para ver a mágica acontecer.

Redação – SOS Solteiros Publicado: 03/11/16 12:12 | Atualizado: 03/11/16 15:09

Estudar em Hogwarts é o sonho impossível para qualquer fã de Harry Potter. Porém, agora há uma maneira de sentir-se parte da escola de bruxaria mais famosa do mundo.

A Google e a Warner fizeram uma parceria para transformar o teu celular Android no material escolar básico para os bruxinhos: a varinha mágica.

Com a proximidade do lançamento do novo filme do universo Harry Potter, Animais Fantásticos e onde Habitam, as empresas se uniram para liberar funções no Google Now que responderão ao seu comando de voz, assim como acontece com as varinhas criadas por J.K Rowling.

As novas funções parecem ser bem divertidas. Por exemplo, ao ordenar o comando de voz “Lumus!”, a lanterna do seu aparelho irá acender, exatamente como na saga HP. Dando o comando “Nox“, a luz se apaga. Também com o comando “Silencio” você coloca o celular em modo silencioso.

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E a Google foi além, ainda é possível visitar os cenários do filme pelo Street View, ter uma experiência em realidade virtual através do Daydream View,entre outros mimos. Para mais infos sobre essa promoção, clique aqui (em inglês).

As novidades foram divulgada no blog oficial da Google, mas como informou o site Tecmundo, a função da varinha mágica não está disponível aos brasileiros. Apenas os americanos terão essa diversão, já que segundo a publicação não é provável que liberem essa “magia” pra gente.

Brecha no Android deixa mais de um bilhão de aparelhos vulneráveis

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O fator mais preocupante é a quantidade de aparelhos equipados com o sistema Android que estão vulneráveis no mundo todo.

A companhia ressalta que o bug possui origem no Kernel 3.6 do Linux, sistema utilizado para construir todas as versões do Android a partir do Android 4.4.

Uma notícia preocupante para os usuários Android: cerca de 80% dos aparelhos equipados com o sistema podem contar com uma falha que deixa o telefone vulnerável a códigos maliciosos. Assim sendo, através da brecha é possível “sequestrar” um aparelho e ter acesso a todo o conteúdo

No total, 1,4 bilhão de smartphones e tablets podem estar desprotegidos atualmente. O alerta foi dado pela empresa de segurança móvel Lookout, que é responsável pelo antivírus que leva o mesmo nome para Android e iPhone (iOS). A companhia ressalta que o bug possui origem no Kernel 3.6 do Linux, sistema utilizado para construir todas as versões do Android a partir do Android 4.4 (KitKat), incluindo o Android 7.0 Nougat, que será lançado ainda neste ano.

Através da vulnerabilidade, por exemplo, um hacker poderia descobrir em qual servidor o aparelho está conectado. Caso a conexão não seja criptografada, o invasor pode ainda enviar um script malicioso e infectar o aparelho. A brecha não é tão fácil de ser explorada, porém, o que realmente preocupa é a grande quantidade de aparelhos vulneráveis no mundo, bem como pelas várias possibilidades de problemas que pode ocasionar.

 

Um representante do Google disse ao site Ars Technica que há engenheiros da empresa já são conhecedores do bug e “estão tomando as medidas apropriadas”. Com isso, é bastante provável que o Android 7.0 Nougat já saia de fábrica com a correção do bug.Post completo em:

https://www.oficinadanet.com.br/post/17102-brecha-no-android-deixa-mais-de-um-bilhao-de-aparelhos-vulneraveis

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Google Maps ganha modo offline para você nunca mais se perder na estrada.

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O Google Maps sempre foi um excelente GPS para os motoristas perdidos que não tinham um aparelho dedicado à localização. O único problema da plataforma é que ela exigia uma conexão com a internet, o que dificultava a vida de quem precisava achar a direção certa no meio de uma estrada, por exemplo. No entanto, essa é uma realidade que está para mudar, principalmente se você possui um dispositivo Android.

O Google anunciou que a versão do aplicativo para o sistema operacional recebe a partir desta terça-feira (10) um modo offline para facilitar a vida de todo mundo. Segundo a companhia, neste primeiro momento apenas as rotas para carros serão exibidas, o que deixa os trajetos para pedestres e de transporte público ainda dependentes de uma rede ativa. No entanto, mesmo com essa pequena limitação, a novidade já é bastante promissora.

Com total suporte às pesquisas brasileiras, a nova função do Google Maps permite ainda que você procure por estabelecimentos e confira detalhes do que há no caminho. A única restrição mesmo fica por conta de informações do trânsito. Como o aplicativo não está conectado, ele não consegue puxar dados de tráfego, deixando-o completamente às escuras em relação a algum acidente ou mesmo um congestionamento no caminho — o que impede que ele trace o caminho mais rápido até seu destino.

O curioso é que, ao contrário do que muito podem pensar, a ideia da empresa não é dar uma folga ao seu pacote 3G. Na verdade, o que o Google pretende com a versão 9.17 é melhorar a sua experiência e acabar com aqueles apagões que o aplicativo enfrentava quando a conexão sumia. Assim, ao entrar em uma área sem cobertura ou com sinal fraco, ele utiliza dados baixados previamente para manter o trajeto e não deixar você perdido na hora do aperto.

E a novidade funciona até mesmo quando o modo avião está ativado, bastando que a geolocalização do smartphone esteja ligada. No entanto, a companhia afirma que é preciso ter, pelo menos, 400 MB de espaço disponível na memória do aparelho para que ele baixe todos os dados necessários. O usuário pode definir também a área desejada do mapa que pretende armazenar, o que torna tudo ainda mais simples. Esses dados ficarão guardados no dispositivo por 30 dias.

O Google prometeu trazer esse modo offline também para a versão do iOS do Maps, mas não disse quando isso deve acontecer.

 

Google revela significado da letra “M” do novo Android

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O doce escolhido pelo Google para identificar a nova versão do Android é o “marshmallow”. A revelação de hoje põe fim a uma rodada de apostas para a letra “M” que acompanha a edição mais recente do sistema operacional.

O marshmallow substitui o pirulito (Lollipop), presente nas versões 5.0 e 5.1, e dá sequência à tradição do Google de escolher nomes de doces para o Android. Tudo começou com o “Donut”, lançado em setembro de 2009.

Anunciado em maio, o Android M traz suporte a cabos USB C, abas customizadas, mudanças nas permissões de aplicativos e, talvez a principal novidade, mais autonomia de bateria.

Aqui você confere uma lista dos primeiros aparelhos que vão receber a atualização do sistema operacional. A Samsung também divulgou recentemente uma relação dos seus modelos prontos para receber o marshmallow. Confira:

  • Galaxy S6
  • Galaxy S6 Duos
  • Galaxy S6 Edge
  • Galaxy Note 4
  • Galaxy Note 4 Duos
  • Galaxy Note Edge
  • Galaxy Alpha
  • Galaxy Tab A

Google vai criar dispositivo que mede nível de glicose no sangue

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O Google anunciou nesta semana que pretende desenvolver um aparelho para ajudar a medir o nível de glicose que seja menor e mais barato com os que existem atualmente. A empresa fechou uma parceria com a DexCom, fabricante de medidores de glicose, para criar uma série de dispositivos descartáveis.

“Estamos comprometidos com o desenvolvimento de novas tecnologias que vão ajudar no cuidado da saúde, alterando o movimento de reativo para proativo”, explica Andrew Conread, chefe da equipe de Ciência do Google. “Esta colaboração é mais um passo na expansão de opções de monitoramento e pode tornar mais fácil para as pessoas com diabetes a tarefa de gerenciar sua saúde”, conta.

Juntas, as empresas esperam desenvolver um sensor do tamanho de um curativo pequeno, capaz de enviar as informações à nuvem.

Google muda de CEO e passa a ser parte do conglomerado Alphabet Inc.

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O Google está mudando, e não é pouco. A empresa está sendo reorganizada e reformulada para dar origem à Alphabet Inc., que será um guarda-chuva para todas as atividades da companhia. O Google como conhecemos hoje será apenas uma parte da Alphabet, embora ainda seja, disparado, a maior parte.

Como resultado disso, Larry Page, fundador e hoje CEO do Google, deixa o cargo para ser o executivo maior da Alphabet, enquanto Sergey Brin, outro fundador, se torna presidente da Alphabet.

O posto de CEO do Google não ficará vago por muito tempo. Sundar Pichai, que se notabilizou por seu trabalho com o Android, mas que ao passar dos anos começou a tomar conta de cada vez mais serviços da empresa, se tornará o novo chefe da companhia.

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Sundar Pichai agora é CEO do Google; Larry Page e Sergey Brin comandarão a Alphabet

Segundo Larry Page, a Alphabet poderá controlar todos os projetos paralelos do Google, que estavam indo muito além dos serviços de internet que eram característicos da empresa. Isso inclui a áreas como o desenvolvimento das lentes de contato inteligentes para medição do nível de glicose para diabéticos e a Calico, focada no aumento da longevidade humana. Cada uma destas subdivisões da Alphabet terá seu próprio CEO.

A nova companhia também abraçará o que antes era chamado de “Google X” (agora deve se chamar apenas “X lab”), com os projetos ambiciosos de sempre, como o carro autônomo, o Glass, os drones, e etc. Os braços de investimentos serão separados do Google e se tornarão independentes, mas sob o controle da Alphabet.

Page explica que o nome da nova companhia significa “uma coleção de letras que representa a linguagem, uma das inovações mais importantes da humanidade, e é o núcleo de como indexamos com
o Google Search”.

Ele também observa que a Alphabet não deve se tornar uma grande marca para o consumidor. O objetivo é que cada uma de suas partes sejam independentes para desenvolver suas próprias marcas. Ou seja: o objetivo é deixar a nova companhia como plano de fundo gerenciando uma grande variedade de serviços, produtos e projetos que levarão seus próprios nomes de forma livre.

Botão “Comprar” do Google deve chegar nas próximas semanas; Veja como funciona

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O Google deve lançar nas próximas semanas um botão que permite aos usuários realizar compras diretamente dos resultados da pesquisa. O recurso, chamado de Purchase on Google, funcionará na versão móvel do site de buscas.

A empresa afirma que, apesar de facilitar as compras, ainda deseja que o varejista mantenha um relacionamento com o cliente. Por isso, ao clicar em um produto no resultado do que foi pesquisado, o usuário será levado a um microsite dentro do Google, personalizado como a loja desejar. Lá será possível finalizar a compra ou procurar outros produtos e lojas.

Para facilitar as compras online, a companhia vai adicionar o recurso de pesquisa de voz dentro do Purchase on Google e oferecer cards do Google Now com avaliações dos produtos e informações técnicas sobre eles. Caso um item entre em promoção, o consumidor será notificado. Será possível perguntar, por exemplo, “qual é o melhor protetor solar?” ao Google Now, que fará uma consulta com base nas avaliações de clientes e informará o resultado.

O Google também vai integrar outras ferramentas ao serviço, conectando diretamente apps que tenham ligação com o produto buscado. Por exemplo, se o usuário tiver o aplicativo do eBay instalado, será direcionado para ele automaticamente caso um dos itens mostrados no resultado for de lá.

Google desfavorece as mulheres no mercado de trabalho, sugere estudo

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Quer ter conhecimento sobre boas vagas de emprego na internet? Seja um homem. Ao menos é o que se precisa fazer para que o Google te ajude, segundo sugere um estudo repercutido hoje pelo MIT.

Pesquisadores da Carnegie Mellon University e do International Computer Science Institute criaram uma ferramenta chamada AdFisher para testar como age o sistema de publicidade dirigida que o Google coloca em outros sites e, com isso, descobriram que a gigante de buscas favorece os homens que estão em busca de emprego.

Usuários que o Google entende como masculinos estão muito mais propensos a ser impactados por publicidades com ofertas de empregos bem remunerados, em comparação com aqueles que a gigante de buscas interpreta como femininos. “O que exatamente causa esse tipo de padrão não está claro, uma vez que o sistema de entrega de publicidades do Google é muito complexo”, ressalta o MIT.

Anupam Datta, professor da Carnegie Mellon que ajudou a desenvolver o AdFisher, disse acreditar que partes do ecossistema publicitário automatizado estão absorvendo certos tipos de discriminação presentes na sociedade. “Isso é preocupante, visto de um ponto de vista social.”

Yahoo faz parceria com Google para mostrar resultados de buscas

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Em comunicado oficial, o Yahoo! aunciou uma parceria com o Google para alimentar seus resultados de buscas e serviços de publicidade. A empresa também possui um acordo semelhante com o Bing, da Microsoft, mas o acordo não determina exclusividade.

A suspeita de que o Yahoo estava usando serviços do Google veio do blog de Aaron Wall. No entanto, a empresa só confirmou a suspeita ontem. “Conforme trabalhamos para oferecer as melhores experiências aos usuarios do Yahoo!, de tempos em tempos fazemos pequenos testes com vários parceiros incluindo buscadores”, disse a empresa em comunicado. O Google também confirmou o arranjo.

Em 2008, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos impediu, com base em legislação antitruste, que o Yahoo! firmasse um acordo com o Google para que o Google alimentasse as propagandas dos resultados de busca no Yahoo. POr esse motivo, é pouco provável que as duas empresas venham a estabelecer uma parceria maior.

Em abril, a Yahoo! revisou seus acordos com a Microsoft, o que lhe permitiu experimentar parcerias com outras empresas para fornecer os anúncios para seus resultados de busca. Até abril, o Bing tinha exclusividade nesse aspecto.

É possível que o Yahoo! acabe de todo com sua parceria com a Microsoft até outubro – data estabelecida em uma negociação anterior – mas a empresa de Marissa Mayer parece estar sondando o terrendo antes de tomar uma decisão.